Ex-jogadores do Uberaba Sport Club defendem parcerias com empresas para o futebol profissional. Ouvido pelo Jornal da Manhã Ney, ex-ponta-esquerda do USC; Alexandre Pimenta, ex-quarto-zagueiro revelam que esta seria a única solução para clubes como o Uberaba Sport.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Parceria é a alma do negócio
Ex-jogadores do Uberaba Sport Club defendem parcerias com empresas para o futebol profissional. Ouvido pelo Jornal da Manhã Ney, ex-ponta-esquerda do USC; Alexandre Pimenta, ex-quarto-zagueiro revelam que esta seria a única solução para clubes como o Uberaba Sport.
domingo, 30 de novembro de 2008
Crise no USC ganha proporções gigantescas
O Uberaba Sport Club deverá ter o seu dia "D" nesta segunda-feira. Depois de Alê, Marcelo Paulista e LIminha, Rafael IPuã é mais um jogador a deixar Boulanger Pucci. No sábado os jogadores já reclamavam da falta de alimentos na residência alugada para abrigá-los.
Com a saída dos jogadores, já existe especulações até mesmo quanto ao técnico Michael Robin. O técnico viajou quinta-feira para São Paulo e deverá voltar na terça-feira, mas diante da situação com a saída de 3 jogadores indicados por eles, já existe quem duvide que ele volte a Uberaba conforme o planejado.
Jogadores que disputaram a Taça Uberaba completam 3 meses sem receber salários nesta segunda-feira. Com isso, os jogadores pode pedir a quebra de contrato e reinvindicar passe livre na Justiça do Trabalho.
A verdade é que hoje o futuro do Uberaba Sport é incerto.
Com a saída dos jogadores, já existe especulações até mesmo quanto ao técnico Michael Robin. O técnico viajou quinta-feira para São Paulo e deverá voltar na terça-feira, mas diante da situação com a saída de 3 jogadores indicados por eles, já existe quem duvide que ele volte a Uberaba conforme o planejado.
Jogadores que disputaram a Taça Uberaba completam 3 meses sem receber salários nesta segunda-feira. Com isso, os jogadores pode pedir a quebra de contrato e reinvindicar passe livre na Justiça do Trabalho.
A verdade é que hoje o futuro do Uberaba Sport é incerto.
Independente sai na frente na decisão da Taça Uberaba
Com um gol de Kelinho, cobrando pênalti aos 11 minutos do primeiro tempo, o Independente venceu o Parque das Américas por 1 a 0 e saiu na frente na decisão da Taça Uberaba de Futebol Amador.
No primeiro tempo, o IAC, jogando diante de sua torcida, criou várias situações de gol, mas só conseguiu marcar mesmo através da penalidade. Depois uma bola cruzada na área, um zagueiro do Parque das Américas tocou a mão na bola e o árbitro Marcelo Alves da Silva marcou pênalti.
O pênalti surgiu, entretanto, na quarta tentativa de gol do Independente que chegava com perigo à meta do goleiro Valmir. Mesmo com um a zero no placar, o IAC continuou jogando no ataque e realizando boas jogadas de ataque sem, contundo, marcar o segundo gol. O Parque, em todo o primeiro tempo, só chegou uma vez ao gol de Pedro, num chute de Adriano Zói na entrada da grande área no canto direito. O arqueiro do IAC realizou uma grande defesa.
Na etapa final, o jogo foi corrido, o Parque das Américas entrou com quatro mudanças. Rodrigo entrou no gol no lugar de Valmir, Jeferson substituiu Alves, no meio campo saiu Neto madeira e entrou Rondinelli e no ataque saiu Paulinho Paraíba para entrada Faustinho.
Com as alterações, o Parque voltou melhor criou boas oportunidades, mas faltou finalização. Assim, mesmo com pressão do Parque, o goleiro Pedro foi um mero expectador do jogo. No final, deu Independente: 1 x 0.
O árbitro Marcelo Alves da Silva embora tenha acertado no pênalti contra o Parque acabou tendo uma arbitragem tumultuada. Distribuiu mais de 10 cartões amarelos e quase se complicou ao dar cartão vermelho a Rondinelli, entendendo, que o jogador havia tomado o segundo cartão amarelo, mas, ao perceber o erro, recuou e mostrou apenas o amarelo. Além, disso deu seis minutos de acréscimo no segundo tempo, quando as paralisações apontavam no máximo para 3 minutos.
O Parque das Américas jogou e perdeu com: Valmir (Rodrigo), Luizinho, Marcos Rogério, Paulo FErnando e Alves (Jeferson; Galinho, Neto (Rondinelli) e Adriano Zói; Rodriguinho, Dão e Paulinho Paraíba (Faustinho).
O INdependente formou assim: Pedro, Felipie (Daniel); Kelinho (Alex) (Antônio JOsé), Tiago Ramos e Alexandre Fatureto; Renato BEzerra, Lester (Valtinho) e Danilo (Márcio); Ricardo Caverna, Ricardinho e Isac.
A árbitragem foi de Marcelo Alves da Silva, auxiliado por Edson Nunes Neto e OLegário PInto da Fonseca.
REclamação. O técnico Túlio, expulso durante a partida, reclamou muito do árbitro Marcelo Alves da Silva. Para ele, o árbitro deixou de marcar um pênalti claro em DAnilo no final do primeiro tempo.
O próximo jogo da decisão da Taça Uberaba será domingo, no Estádio JK.
No primeiro tempo, o IAC, jogando diante de sua torcida, criou várias situações de gol, mas só conseguiu marcar mesmo através da penalidade. Depois uma bola cruzada na área, um zagueiro do Parque das Américas tocou a mão na bola e o árbitro Marcelo Alves da Silva marcou pênalti.
O pênalti surgiu, entretanto, na quarta tentativa de gol do Independente que chegava com perigo à meta do goleiro Valmir. Mesmo com um a zero no placar, o IAC continuou jogando no ataque e realizando boas jogadas de ataque sem, contundo, marcar o segundo gol. O Parque, em todo o primeiro tempo, só chegou uma vez ao gol de Pedro, num chute de Adriano Zói na entrada da grande área no canto direito. O arqueiro do IAC realizou uma grande defesa.
Na etapa final, o jogo foi corrido, o Parque das Américas entrou com quatro mudanças. Rodrigo entrou no gol no lugar de Valmir, Jeferson substituiu Alves, no meio campo saiu Neto madeira e entrou Rondinelli e no ataque saiu Paulinho Paraíba para entrada Faustinho.
Com as alterações, o Parque voltou melhor criou boas oportunidades, mas faltou finalização. Assim, mesmo com pressão do Parque, o goleiro Pedro foi um mero expectador do jogo. No final, deu Independente: 1 x 0.
O árbitro Marcelo Alves da Silva embora tenha acertado no pênalti contra o Parque acabou tendo uma arbitragem tumultuada. Distribuiu mais de 10 cartões amarelos e quase se complicou ao dar cartão vermelho a Rondinelli, entendendo, que o jogador havia tomado o segundo cartão amarelo, mas, ao perceber o erro, recuou e mostrou apenas o amarelo. Além, disso deu seis minutos de acréscimo no segundo tempo, quando as paralisações apontavam no máximo para 3 minutos.
O Parque das Américas jogou e perdeu com: Valmir (Rodrigo), Luizinho, Marcos Rogério, Paulo FErnando e Alves (Jeferson; Galinho, Neto (Rondinelli) e Adriano Zói; Rodriguinho, Dão e Paulinho Paraíba (Faustinho).
O INdependente formou assim: Pedro, Felipie (Daniel); Kelinho (Alex) (Antônio JOsé), Tiago Ramos e Alexandre Fatureto; Renato BEzerra, Lester (Valtinho) e Danilo (Márcio); Ricardo Caverna, Ricardinho e Isac.
A árbitragem foi de Marcelo Alves da Silva, auxiliado por Edson Nunes Neto e OLegário PInto da Fonseca.
REclamação. O técnico Túlio, expulso durante a partida, reclamou muito do árbitro Marcelo Alves da Silva. Para ele, o árbitro deixou de marcar um pênalti claro em DAnilo no final do primeiro tempo.
O próximo jogo da decisão da Taça Uberaba será domingo, no Estádio JK.
sábado, 29 de novembro de 2008
Aí está a equipe do Uberaba Sport que participou do torneio de futebol do 2o. Encontro de Ex-Atletas de Futebol Profissional de Uberaba e Amigos. No time de vermelho destaque para Alexandre Pimenta e o atacante Ney. Toinzinho também figura na equipe colorada que teve ainda Valter Lobão e Donizete Cabeça.
Torneio reúne ex-atletas de USC, Naça e IAC
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Vila Nova x Bonsucesso
A equipe de esportes da Rádio Sete Colinas estará acompanhando neste domingo o jogo entre Vila Nova e Bonsucesso. O Vila decidiu levar o jogo para o bairro Rural de Santa Rosa e joga ali suas últimas esperanças de classificação diante do líder absoluto do Campeonato Amador. Neste final de semana termina a primeira fase do Amadorão quando serão conhecidos os 8 classificados para a fase de mata-mata e como serão os confrontos. Bonsucesso,Fabrício, Água Comprida, Beira Rio, Arem e Santa Rosa já estão classificados. Butantã, Juventude e Vila Nova brigam pela última vaga.
O OURO OLÍMPICO CUSTA CARO
Tomara que os deuses do Olimpo façam com que eu queime a minha língua, mas já estou perdendo as esperanças de ver o Brasil bem posicionado no quadro de medalhas das Olimpíadas de Pequim.
É lógico que surpresas como as de Cielo são bem-vindas, mas ao que tudo indica, tirando o futebol e o voleibol onde, afastadas as zebras que sempre rondam os esportes coletivos, temos boas chances, e o vôlei de praia, onde tradicionalmente temos bons jogadores, as esperanças são remotas. Tivessem os jogos olímpicos competições de futebol de salão e de futebol de areia, certamente também seríamos candidatos a buscar medalhas douradas.
Mas a verdade é que, tirando os esportes que estão no nosso sangue - vamos dizer assim -, o Brasil não apresenta grande estrutura para, primeiro revelar e, depois, trabalhar esses atletas a ponto de serem imbatíveis.
O tempo de recuperação numa Olimpíada é muito curto em alguns esportes e, em outros, nem existe. É o caso, por exemplo, da nossa Ednanci Silva, que teve menos de 20 minutos entre a disputa que a credenciou a brigar pelo bronze e a luta pela medalha. Somente uma pessoa supertreinada ou superprofissional teria condições para vencer naquelas condições.
É isso mesmo: o que a gente tem visto são esportes cada vez mais profissionais. Um grande exemplo vem da natação. Até agora, sozinho, o americano Michael Phelps já ganhou mais medalhas do que continentes inteiros. Então, não dá para disputar com ele sem ter em volta toda uma estrutura. Aliás, nossas medalhas na natação, na época de Xuxa e Gustavo Borges apareceram graças ao trabalho que eles realizaram nos Estados Unidos.
Não é segredo para ninguém que os astros do atletismo mundial treinam nos chamados países de primeiro mundo e, com raras exceções, temos vitoriosos caseiros, ou seja, aqueles que treinam com recursos próprios.
Poderia passar horas aqui, citando outros exemplos, mas esses já são suficientes para mostrar que o trabalho para uma Olimpíada precisa ser realizado ao longo de anos e, porque não dizer, de décadas. Um exemplo vem da própria China, que promoveu um casamento entre astros do basquete, de olho no filho do casal, hoje um jogador de basquete da equipe principal daquele país. É lógico que não é só a preparação física e, no caso chinês, a aposta genética. Mas, se quisermos estar entre as grandes potências olímpicas, é necessário, primeiro, descobrir talentos. E o caminho para isso são as competições intersalas, intercolegiais, interbairros, intermunicipais e interestaduais, procurando popularizar o maior número de esportes possível.
Uma vez descobertos os talentos, estes necessitarão de estrutura para treinamentos, acompanhamento por equipe multiprofissional e equipamentos de última geração; caso contrário, estaremos fadados ao insucesso ou às pequenas surpresas como a de Cielo nos 100 metros livres da natação e o talento das meninas e meninos do vôlei e futebol.
Agora, só não sei que graça tem competir usando tanta tecnologia a ponto de não sabermos se quem está representando nossas cores são humanos ou robôs. E as coisas estão acontecendo de tal forma, que até mesmo banalizaram os recordes olímpicos. Hoje, eles caem na velocidade dos próprios recordes.
É lógico que surpresas como as de Cielo são bem-vindas, mas ao que tudo indica, tirando o futebol e o voleibol onde, afastadas as zebras que sempre rondam os esportes coletivos, temos boas chances, e o vôlei de praia, onde tradicionalmente temos bons jogadores, as esperanças são remotas. Tivessem os jogos olímpicos competições de futebol de salão e de futebol de areia, certamente também seríamos candidatos a buscar medalhas douradas.
Mas a verdade é que, tirando os esportes que estão no nosso sangue - vamos dizer assim -, o Brasil não apresenta grande estrutura para, primeiro revelar e, depois, trabalhar esses atletas a ponto de serem imbatíveis.
O tempo de recuperação numa Olimpíada é muito curto em alguns esportes e, em outros, nem existe. É o caso, por exemplo, da nossa Ednanci Silva, que teve menos de 20 minutos entre a disputa que a credenciou a brigar pelo bronze e a luta pela medalha. Somente uma pessoa supertreinada ou superprofissional teria condições para vencer naquelas condições.
É isso mesmo: o que a gente tem visto são esportes cada vez mais profissionais. Um grande exemplo vem da natação. Até agora, sozinho, o americano Michael Phelps já ganhou mais medalhas do que continentes inteiros. Então, não dá para disputar com ele sem ter em volta toda uma estrutura. Aliás, nossas medalhas na natação, na época de Xuxa e Gustavo Borges apareceram graças ao trabalho que eles realizaram nos Estados Unidos.
Não é segredo para ninguém que os astros do atletismo mundial treinam nos chamados países de primeiro mundo e, com raras exceções, temos vitoriosos caseiros, ou seja, aqueles que treinam com recursos próprios.
Poderia passar horas aqui, citando outros exemplos, mas esses já são suficientes para mostrar que o trabalho para uma Olimpíada precisa ser realizado ao longo de anos e, porque não dizer, de décadas. Um exemplo vem da própria China, que promoveu um casamento entre astros do basquete, de olho no filho do casal, hoje um jogador de basquete da equipe principal daquele país. É lógico que não é só a preparação física e, no caso chinês, a aposta genética. Mas, se quisermos estar entre as grandes potências olímpicas, é necessário, primeiro, descobrir talentos. E o caminho para isso são as competições intersalas, intercolegiais, interbairros, intermunicipais e interestaduais, procurando popularizar o maior número de esportes possível.
Uma vez descobertos os talentos, estes necessitarão de estrutura para treinamentos, acompanhamento por equipe multiprofissional e equipamentos de última geração; caso contrário, estaremos fadados ao insucesso ou às pequenas surpresas como a de Cielo nos 100 metros livres da natação e o talento das meninas e meninos do vôlei e futebol.
Agora, só não sei que graça tem competir usando tanta tecnologia a ponto de não sabermos se quem está representando nossas cores são humanos ou robôs. E as coisas estão acontecendo de tal forma, que até mesmo banalizaram os recordes olímpicos. Hoje, eles caem na velocidade dos próprios recordes.
De olho no vizinho
Trombei com um texto na Internet, segundo o qual o Ituiutaba, que faz uma grande campanha no Campeonato Brasileiro da Série C, desbancando favoritos e empolgando os moradores da cidade vizinha, tem folha salarial de apenas R$ 60 mil.
Olha, se levarmos em conta que a cidade do pontal do Triângulo Mineiro tem apenas 90 mil habitantes e o público médio nos jogos da terceirona do Campeonato Brasileiro tem sido de duas mil pessoas, é certo que bem perto daqui está um bom exemplo para os nossos clubes de futebol.
Sinceramente, acho que isso deve ser um trabalho a ser executado de perto pelos dirigentes colorados. Afinal, não se tem notícia de nenhuma fórmula mágica para o sucesso do Ituiutaba. Do time que disputou o Campeonato Mineiro e chegou entre os quatro semifinalistas, apenas o goleiro Leandro, o zagueiro Amarildo, o volante Machado, o meia-atacante Léo Papel e os atacantes Dênis e Moreno permaneceram para a Série C. Vinte atletas reforçaram o time para a disputa da competição.
Então, não se pode dizer que o Ituiutaba manteve uma base de jogadores para o Campeonato Brasileiro e contraria até mesmo a minha filosofia de que é preciso investir na prata da casa, porque no elenco são poucos os jogadores da própria cidade. Também não se tem notícia de peneiradas intermináveis e períodos de testes que nunca terminam.
O fato é que, na primeira fase da Série C, o Boa deixou para trás Mirassol e Tupi-MG e terminou na liderança do Grupo 13, à frente do Noroeste. Na segunda fase, o clube mineiro vem confirmando a fama de carrasco de paulistas e já venceu duas e empatou outra contra equipes de São Paulo. Derrotou Guarani e Ituano, ambos fora, e empatou em casa, com o Noroeste, clube que novamente cruza o caminho do Ituiutaba.
Com esses resultados, está na ponta do Grupo 23 e muito perto de avançar na competição. Assim, o objetivo inicial, que é terminar entre os 20 primeiros, está próximo de ser alcançado, garantindo o Ituiutaba na Série C do ano que vem.
Essa conquista é muito importante porque, em 2009, a Série C terá patrocínio da CBF e o clube hoje tem despesas de 10 a 20 mil reais por partida realizada, não terá este gasto.
O autor da matéria que vi na Internet até que dá algumas dicas para quem quer entender o sucesso do Ituiutaba-MG. Trata-se de um clube simples, sem luxo, onde as coisas funcionam bem, graças à transparência do trabalho da diretoria e o empenho de todos os atletas. O mesmo autor cita palavras do técnico Ney da Matta: “Não trabalhamos com jogadores caros, mas sim com aqueles que têm a vitória como objetivo e lutam por isso”, disse o treinador, revelando a receita do sucesso.
Acho que o exemplo de Ney deve servir para o nosso Uberaba e, de quebra, para o Nacional, que até tem o exemplo de Luiz Cecílio, quando este foi presidente, e revelado em artigo desta semana, aqui no Jornal da Manhã. O Uberaba Sport precisa, primeiro, definir seus objetivos, traçar sua estratégia e partir efetivamente para a prática. Do jeito que as coisas andam, com esse nhenhenhém se técnico vai ou fica, se jogadores vêm ou vão, de intermináveis períodos de teste, se vende ou não vende Boulanger Pucci, não vai a lugar nenhum e continuará tendo como grandes patrimônios apenas a apaixonada torcida colorada e seu hino magnífico.
Olha, se levarmos em conta que a cidade do pontal do Triângulo Mineiro tem apenas 90 mil habitantes e o público médio nos jogos da terceirona do Campeonato Brasileiro tem sido de duas mil pessoas, é certo que bem perto daqui está um bom exemplo para os nossos clubes de futebol.
Sinceramente, acho que isso deve ser um trabalho a ser executado de perto pelos dirigentes colorados. Afinal, não se tem notícia de nenhuma fórmula mágica para o sucesso do Ituiutaba. Do time que disputou o Campeonato Mineiro e chegou entre os quatro semifinalistas, apenas o goleiro Leandro, o zagueiro Amarildo, o volante Machado, o meia-atacante Léo Papel e os atacantes Dênis e Moreno permaneceram para a Série C. Vinte atletas reforçaram o time para a disputa da competição.
Então, não se pode dizer que o Ituiutaba manteve uma base de jogadores para o Campeonato Brasileiro e contraria até mesmo a minha filosofia de que é preciso investir na prata da casa, porque no elenco são poucos os jogadores da própria cidade. Também não se tem notícia de peneiradas intermináveis e períodos de testes que nunca terminam.
O fato é que, na primeira fase da Série C, o Boa deixou para trás Mirassol e Tupi-MG e terminou na liderança do Grupo 13, à frente do Noroeste. Na segunda fase, o clube mineiro vem confirmando a fama de carrasco de paulistas e já venceu duas e empatou outra contra equipes de São Paulo. Derrotou Guarani e Ituano, ambos fora, e empatou em casa, com o Noroeste, clube que novamente cruza o caminho do Ituiutaba.
Com esses resultados, está na ponta do Grupo 23 e muito perto de avançar na competição. Assim, o objetivo inicial, que é terminar entre os 20 primeiros, está próximo de ser alcançado, garantindo o Ituiutaba na Série C do ano que vem.
Essa conquista é muito importante porque, em 2009, a Série C terá patrocínio da CBF e o clube hoje tem despesas de 10 a 20 mil reais por partida realizada, não terá este gasto.
O autor da matéria que vi na Internet até que dá algumas dicas para quem quer entender o sucesso do Ituiutaba-MG. Trata-se de um clube simples, sem luxo, onde as coisas funcionam bem, graças à transparência do trabalho da diretoria e o empenho de todos os atletas. O mesmo autor cita palavras do técnico Ney da Matta: “Não trabalhamos com jogadores caros, mas sim com aqueles que têm a vitória como objetivo e lutam por isso”, disse o treinador, revelando a receita do sucesso.
Acho que o exemplo de Ney deve servir para o nosso Uberaba e, de quebra, para o Nacional, que até tem o exemplo de Luiz Cecílio, quando este foi presidente, e revelado em artigo desta semana, aqui no Jornal da Manhã. O Uberaba Sport precisa, primeiro, definir seus objetivos, traçar sua estratégia e partir efetivamente para a prática. Do jeito que as coisas andam, com esse nhenhenhém se técnico vai ou fica, se jogadores vêm ou vão, de intermináveis períodos de teste, se vende ou não vende Boulanger Pucci, não vai a lugar nenhum e continuará tendo como grandes patrimônios apenas a apaixonada torcida colorada e seu hino magnífico.
domingo, 10 de agosto de 2008
Fabrício sobra diante do Água Comprida
O Fabrício sobrou diante do Água Comprida no jogo de ontem pela penúltima rodada da fase de classificação do Campeonato Amador da Liga Uberabense de Futebol. O time Grená venceu por 1 a 0, gol de Tita, aos 16 minutos do segundo tempo, mas poderia ter vencido por mais, não fosse a boa atuação do goleiro Marquinhos e da infelicidade dos atacantes do Fabrício.
O cartão de boas vindas ao Água Compridense foi dado logo no começo do jogo. Com dois minutos de bola rolando, Edson comprou uma falta da entrada da área. A bola ia entrando no ângulo esquerdo do goleiro Marquinhos que conseguiu tocá-la. Antes de sair, a bola ainda bateu no travessão.
O meio-campo do Fabrício dominou por completo o setor no primeiro e o Água Comprida só conseguiu chegar com perigo ao gol de Roger aos 26 minutos. Entretanto, o domínio fabriciano não redundou em gols.
Na etapa final, o Água Comprida voltou mais acesso e o jogo esquendo. O árbitro Ivan Eurípedes da Silva, distribuiu uma série de cartões amarelos. Mas aos 16 minutos, o Fabrício marcou um golaço. Numa jogada entre Tita que havia entrado no lugar de Alex Capoli, Gustavo Piau deixou a bola de calcanhar para o meio campista bater forte no canto direito do goleiro Marquinhos. Fabrício 1 x 0.
Em desvantagem no marcador o Água Comprida até que procurou o gol de empate, mas esbarrou na falta de preparo de seus jogadores de ataque: Dudu e Cabeça. Visivelmente fora de forma, os dois foram presa fácil para a defensiva do Fabrício. No final, o placar de 1 a 0 premiou a melhor equipe em campo e mostrou que o Água Comprida terá que melhorar muito se quiser conquistar o bicampeonato.
Ficha técnica:
Fabrício: Roger, Alex Cápoli, Anisio, Marcelo e Edson, Rodrigo Bahia, Gustavo Piau e Juninho Alencar (Vandinho), Cecílio, Plínio e BAtutinha (Leandro).
Água Comprida: Marquinhos, Daniel, Euripedes (Tavinho), Bruno e Givago; Teco, Jairo e Nenê; Roni, Cabeça e Dudu.
Árbitro: Ivan Eurípedes da Silva
O cartão de boas vindas ao Água Compridense foi dado logo no começo do jogo. Com dois minutos de bola rolando, Edson comprou uma falta da entrada da área. A bola ia entrando no ângulo esquerdo do goleiro Marquinhos que conseguiu tocá-la. Antes de sair, a bola ainda bateu no travessão.
O meio-campo do Fabrício dominou por completo o setor no primeiro e o Água Comprida só conseguiu chegar com perigo ao gol de Roger aos 26 minutos. Entretanto, o domínio fabriciano não redundou em gols.
Na etapa final, o Água Comprida voltou mais acesso e o jogo esquendo. O árbitro Ivan Eurípedes da Silva, distribuiu uma série de cartões amarelos. Mas aos 16 minutos, o Fabrício marcou um golaço. Numa jogada entre Tita que havia entrado no lugar de Alex Capoli, Gustavo Piau deixou a bola de calcanhar para o meio campista bater forte no canto direito do goleiro Marquinhos. Fabrício 1 x 0.
Em desvantagem no marcador o Água Comprida até que procurou o gol de empate, mas esbarrou na falta de preparo de seus jogadores de ataque: Dudu e Cabeça. Visivelmente fora de forma, os dois foram presa fácil para a defensiva do Fabrício. No final, o placar de 1 a 0 premiou a melhor equipe em campo e mostrou que o Água Comprida terá que melhorar muito se quiser conquistar o bicampeonato.
Ficha técnica:
Fabrício: Roger, Alex Cápoli, Anisio, Marcelo e Edson, Rodrigo Bahia, Gustavo Piau e Juninho Alencar (Vandinho), Cecílio, Plínio e BAtutinha (Leandro).
Água Comprida: Marquinhos, Daniel, Euripedes (Tavinho), Bruno e Givago; Teco, Jairo e Nenê; Roni, Cabeça e Dudu.
Árbitro: Ivan Eurípedes da Silva
Truqueiros de folga
Truqueiros de Uberaba ficaram de folga neste domingo, Dia dos Pais, mas no próximo domingo serão retomados os jogos do Campeonato Uberabense que começou dia 3. O grande destaque fica para Juventude e Brasil que realizam um dos maiores clássicos da cidade. O Juventude vem de um empate contra o Santa Maria, enquanto o Brasil venceu com tranquilidade o Independente por 22 a 14 na primeira rodada. Embalado com a vitória por 22 a 20 sobre São Benedito, o Água Comprida enfrenta o Santa Maria.
São Benedito e Independente disputam a lanterna do Campeonato. É isso mesmo, quem vencer deixa lanterna nas mãos do adversário.
São Benedito e Independente disputam a lanterna do Campeonato. É isso mesmo, quem vencer deixa lanterna nas mãos do adversário.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
ÚLTIMAS DO ESPORTE
VILLA NA TAÇA MINAS GERAIS
Os trabalhos com bola já começaram no Leão do Bonfim e o técnico Pirulito começa a montar o Villa Nova que estréia na Taça Minas Gerais dia 24, contra o Araxá, no Estádio Fausto Alvim. No último sábado, no Alçapão do Bonfim, houve um jogo-treino contra o Sete de Setembro, equipe que é a atual campeã do Município de Betim. Aconteceu o empate por 1x1 (o gol villa-novense foi marcado por Marlon).
O Villa Nova entrou em campo com esta formação: Macaé; Flávio, César, Reginaldo e Édson; João Paulo, Luís Ricardo, Leandro Paraná e Wander; Rael e Rômulo.
Ontem, o Vila jogou com o Cruzeiro na Toca da Raposa II contra os jogadores do Cruzeiro que não atuaram na vitória por 2x1 sobre o Flamengo.
O supervisor Índio informa que está em entendimentos com o América para o agendamento de outro jogo-treino para o decorrer da semana.
O grupo para a disputa da Taça Minas Gerais está praticamente fechado com as recentes contratações do zagueiro Reginaldo e do meia defensivo Leandro Paraná. Os atletas vieram do Valeriodoce por indicação do técnico Pirulito, que trabalhou com eles no clube itabirano no primeiro semestre. O Vila já havia contratado o lateral-esquerdo Magal e ao atacante Rômulo, os dois primeiros reforços para a Taça Minas Gerais.
UBERLÃNDIA TAMBÉM QUER AMISTOSO
O Uberlândia Esporte Clube poderá fazer mais um amistoso nesta fase de preparação para a Taça Minas Gerais. O jogo de estréia do UEC será contra o Tupi, de Juiz de Fora, no dia 24 de agosto, às 10h, no Estádio Parque do Sabiá. O adversário para o próximo amistoso poderá ser o time “B” do Ituiutaba Esporte Clube e o confronto, quinta-feira, no Estádio da Fazendinha. O time do Pontal do Triângulo quer dar ritmo de jogo aos atletas que não estão atuando pela série “C”, do Campeonato Brasileiro.
A diretoria do Uberlândia Esporte Clube apresentará hoje, às 15h30, mais um reforço cedido pelo Atlético Mineiro para a disputa da Taça Minas Gerais. Trata-se do meia-esquerda Marco Túlio, jogador de 27 anos recém-contratado pelo Galo, que fará no Juca Ribeiro sua readaptação ao futebol brasileiro. Marco Túlio, que estava jogando no Kuwait, ficará no UEC até dezembro.
A equipe Sub-21 do Uberlândia Esporte Clube, que se encontra na Holanda para a disputa de um torneio internacional, já está treinando em Amsterdã. Hoje os jogadores e o técnico José Maria Pena assistirão ao jogo de abertura entre o AZ Alkimar, um dos grandes clubes da Holanda, e a seleção Sub-21 do Chile.
Amanhã o Uberlândia, que representa o Atlético Mineiro, fará sua estréia diante do Bayer Leverkusen, da Alemanha. Na quinta-feira pega o Ájax e, dependendo dos resultados, no sábado, disputará a final da competição. A chegada em Belo Horizonte está prevista para domingo, às 17h30.
GALO QUER AFUNDAR O PEIXE
O Atlético Mineiro poderá contar com o lateral César Prates e o meia Yuri para o jogo contra o Santos, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois jogadores foram julgados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e receberam gancho de apenas uma partida, já cumprido.
César Prates e Yuri foram expulsos pelo gaúcho Leonardo Gaciba na derrota do Atlético Mineiro para o Botafogo por 4 a 0
A liberação de César Prates é importante para o Atlético Mineiro, já que César Prates deverá substituir Calisto, suspenso, contra o Santos.
Os zagueiros Marcos e Vinicius, que cumpriram suspensão automática contra o Sport, estão liberados. Os treinamentos desta semana vão definir se eles voltarão ao time ou se o treinador optará por manter Nen e Leandro Almeida.
IPATINGA BUSCA REFORÇOS
O Ipatinga continua buscando reforços para fugir da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira, o clube do Vale do Aço anunciou as contratações dos atacantes Ferreira e Igor. Os atletas chegam a Ipatinga nesta semana para fazer exames médicos e assinar contrato de um ano.
Ferreira, que estava no Ulsan Hyundaï, da Coréia do Sul, defendeu as cores do Tigre em 2002 e também no ano passado. Em 2007, foram oito gols marcados em 15 partidas disputadas. O jogador tem 29 anos.
Igor, de 28 anos, também estava atuando fora do Brasil. O avante estava no Pontevedra, clube que disputa a Segunda Divisão da Espanha. Na temporada passada, o atleta marcou 22 gols. Os dois atacantes são esperados nesta terça-feira.
DOPING NO HANDEBOL
Mudanças na Seleção Brasileira de Handebol Masculino que disputará as Olimpíadas de Pequim. A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) divulga o corte por doping do jogador Jaqson Kojoroski que será substituído pelo pivô Alexandre Rodrigues, da Unopar / Londrina.
Os trabalhos com bola já começaram no Leão do Bonfim e o técnico Pirulito começa a montar o Villa Nova que estréia na Taça Minas Gerais dia 24, contra o Araxá, no Estádio Fausto Alvim. No último sábado, no Alçapão do Bonfim, houve um jogo-treino contra o Sete de Setembro, equipe que é a atual campeã do Município de Betim. Aconteceu o empate por 1x1 (o gol villa-novense foi marcado por Marlon).
O Villa Nova entrou em campo com esta formação: Macaé; Flávio, César, Reginaldo e Édson; João Paulo, Luís Ricardo, Leandro Paraná e Wander; Rael e Rômulo.
Ontem, o Vila jogou com o Cruzeiro na Toca da Raposa II contra os jogadores do Cruzeiro que não atuaram na vitória por 2x1 sobre o Flamengo.
O supervisor Índio informa que está em entendimentos com o América para o agendamento de outro jogo-treino para o decorrer da semana.
O grupo para a disputa da Taça Minas Gerais está praticamente fechado com as recentes contratações do zagueiro Reginaldo e do meia defensivo Leandro Paraná. Os atletas vieram do Valeriodoce por indicação do técnico Pirulito, que trabalhou com eles no clube itabirano no primeiro semestre. O Vila já havia contratado o lateral-esquerdo Magal e ao atacante Rômulo, os dois primeiros reforços para a Taça Minas Gerais.
UBERLÃNDIA TAMBÉM QUER AMISTOSO
O Uberlândia Esporte Clube poderá fazer mais um amistoso nesta fase de preparação para a Taça Minas Gerais. O jogo de estréia do UEC será contra o Tupi, de Juiz de Fora, no dia 24 de agosto, às 10h, no Estádio Parque do Sabiá. O adversário para o próximo amistoso poderá ser o time “B” do Ituiutaba Esporte Clube e o confronto, quinta-feira, no Estádio da Fazendinha. O time do Pontal do Triângulo quer dar ritmo de jogo aos atletas que não estão atuando pela série “C”, do Campeonato Brasileiro.
A diretoria do Uberlândia Esporte Clube apresentará hoje, às 15h30, mais um reforço cedido pelo Atlético Mineiro para a disputa da Taça Minas Gerais. Trata-se do meia-esquerda Marco Túlio, jogador de 27 anos recém-contratado pelo Galo, que fará no Juca Ribeiro sua readaptação ao futebol brasileiro. Marco Túlio, que estava jogando no Kuwait, ficará no UEC até dezembro.
A equipe Sub-21 do Uberlândia Esporte Clube, que se encontra na Holanda para a disputa de um torneio internacional, já está treinando em Amsterdã. Hoje os jogadores e o técnico José Maria Pena assistirão ao jogo de abertura entre o AZ Alkimar, um dos grandes clubes da Holanda, e a seleção Sub-21 do Chile.
Amanhã o Uberlândia, que representa o Atlético Mineiro, fará sua estréia diante do Bayer Leverkusen, da Alemanha. Na quinta-feira pega o Ájax e, dependendo dos resultados, no sábado, disputará a final da competição. A chegada em Belo Horizonte está prevista para domingo, às 17h30.
GALO QUER AFUNDAR O PEIXE
O Atlético Mineiro poderá contar com o lateral César Prates e o meia Yuri para o jogo contra o Santos, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois jogadores foram julgados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e receberam gancho de apenas uma partida, já cumprido.
César Prates e Yuri foram expulsos pelo gaúcho Leonardo Gaciba na derrota do Atlético Mineiro para o Botafogo por 4 a 0
A liberação de César Prates é importante para o Atlético Mineiro, já que César Prates deverá substituir Calisto, suspenso, contra o Santos.
Os zagueiros Marcos e Vinicius, que cumpriram suspensão automática contra o Sport, estão liberados. Os treinamentos desta semana vão definir se eles voltarão ao time ou se o treinador optará por manter Nen e Leandro Almeida.
IPATINGA BUSCA REFORÇOS
O Ipatinga continua buscando reforços para fugir da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira, o clube do Vale do Aço anunciou as contratações dos atacantes Ferreira e Igor. Os atletas chegam a Ipatinga nesta semana para fazer exames médicos e assinar contrato de um ano.
Ferreira, que estava no Ulsan Hyundaï, da Coréia do Sul, defendeu as cores do Tigre em 2002 e também no ano passado. Em 2007, foram oito gols marcados em 15 partidas disputadas. O jogador tem 29 anos.
Igor, de 28 anos, também estava atuando fora do Brasil. O avante estava no Pontevedra, clube que disputa a Segunda Divisão da Espanha. Na temporada passada, o atleta marcou 22 gols. Os dois atacantes são esperados nesta terça-feira.
DOPING NO HANDEBOL
Mudanças na Seleção Brasileira de Handebol Masculino que disputará as Olimpíadas de Pequim. A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) divulga o corte por doping do jogador Jaqson Kojoroski que será substituído pelo pivô Alexandre Rodrigues, da Unopar / Londrina.
terça-feira, 29 de julho de 2008
USC perde para o Uberlândia_Galo
O gol de Edílson no final do primeiro tempo foi decisivo. O Uberlândia_Galo venceu o Uberaba por 1 x 0. Apesar do resultado negativo, o técnico Nenê Belarmino gostou do rendimento da equipe e continua esperando a chegada de reforços.
Árbitro marca pênalti contra o USC
Apesar de ter jogado bem no primeiro tempo, o Uberaba Sport terminou perdendo. Aos 44 minutos do primeiro tempo. O árbitro uberabense Ivan Eurípedes da Silva marcou pênalti contra o USC. Edílson, filho de Guina, ex-Independente, bateu e marcou. No primeiro tempo, o placar ficou mesmo em 1 a 0 para o Uberlândia/Galo.
Exército Vermelho
Torcida Exército Vermelho deu a maior força para o USC na noite, no Uberabão diante do Uberlândia/Galo. Torcedores cantaram o tempo todo, incentivando os jogadores colorados. O USC tem dois grandes patrimônios, independentemente da fase da equipe de futebol: sua torcida e seu hino.
Antônio Dal Secchi é liberado
Dirigentes do Independente revelaram hoje que o Estádio Antônio Da Secchi já foi liberado pela Federação Mineira de Futebol. O IAC pretende mandar seus jogos no bairro Estados Unidos. Entretanto, o técnico Amarildo Andrade entende que o Uberabão pode ser usado como arma pelo IAC na Terceirona. Segundo ele, bem preparados os jogadores do time Ianque podem levar vantagem sobre os adversários devido às dimensões do Estádio.
Jogos do Campeonato Mirim
Confira os jogos do Campeonato Mirim
4a. Rodada
Chave "A"
Tupi x Nacional
Atlético x Flamengo
Beira Rio x Ipiranga
Chave "B"
Independente x Uberaba
Fabrício x Corinthians
Vila Esperança x Vila Nova
4a. Rodada
Chave "A"
Tupi x Nacional
Atlético x Flamengo
Beira Rio x Ipiranga
Chave "B"
Independente x Uberaba
Fabrício x Corinthians
Vila Esperança x Vila Nova
Rodada do fim de semana do Campeonato Amador
Confira os jogos do próximo fim de semana no Campeoanto Amador da Liga Uberabense de Futebol.
Série "A"
Ipiranga x Merceana
Arem x Fabrício
Água Comprida x Madureira
Butantã x Independente
Ponte Alta x Vila Nova
Beira Rio x Vila Esperança
Santa Rosa x Bonsucesso
Folga
Juventude
Série "B"
Havaí x São José
Bom Retiro x Mogiana
Peirópolis x América
Atlético x Capelinha
São Benedito x Parque das Américas
Flamengo x Vila Militar
Sete Colinas x Delta
Folga
Verissimense
Série "A"
Ipiranga x Merceana
Arem x Fabrício
Água Comprida x Madureira
Butantã x Independente
Ponte Alta x Vila Nova
Beira Rio x Vila Esperança
Santa Rosa x Bonsucesso
Folga
Juventude
Série "B"
Havaí x São José
Bom Retiro x Mogiana
Peirópolis x América
Atlético x Capelinha
São Benedito x Parque das Américas
Flamengo x Vila Militar
Sete Colinas x Delta
Folga
Verissimense
USC x Atlético, no Uberabão
Quem esperava ver o jogo do Uberaba contra o Uberlândia, no Uberabão, acabou vendo USC x Atlético. O técnico José Maria Penna colocou em campo para o jogo que está ocorrendo neste momento no Engenheiro João Guido, a equipe do Atlético que vai participar de um torneio internacional na Holanda. Neste momento, Uberaba e Uberlândia/Galo empatam em 0 x 0.
domingo, 27 de julho de 2008
Méquinha e Boa seguem na Serie C
O Ituiutaba venceu o Mirassol por 2 a 0 e mostrou que não está para brincadeira na Série C do Campeonato Brasileiro. O Boa já estava classificado para a segunda fase e jogou fora de casa. O Tupi, elminado, derrotou o Noroeste de Bauru por 2 a 1, em Juiz de Fora.
No grupo 11, o América derrotou o Serra por 2 a 0, no Estádio Independência. Na próxima fase, o América vai disputar vagas diante do Duque de CAxias-RJ, Boa Vista-RJ e Guaratinguetá-SP.
No grupo 11, o América derrotou o Serra por 2 a 0, no Estádio Independência. Na próxima fase, o América vai disputar vagas diante do Duque de CAxias-RJ, Boa Vista-RJ e Guaratinguetá-SP.
Saiba como foi Butantã x Fabrício
Depois de vencer o Vila Nova por 1 a 0, sem convencer, o Fabrício perdeu a chance de ampliar sua pontuação no Campeonato Amador da Liga Uberabense de Futebol ao empatar com o Butantã em 2 a 2, no Estádio Uberabense.
No primeiro, talvez até porque os jogadores preferiram poupar energias para o segundo tempo, o jogo foi lento, cadenciado ao extremo, com o Fabrício mostrando-se melhor, principalmente pelo setor direito onde Leandro e Batutinha trocavam passes e envolviam a zaga do Butantã.
Numa destas jogadas, aos 20 minutos do primeiro tempo, Batutinha levantou a bola na área e Plínio antecipou-se ao goleiro Marcelo e tocou para o fundo das redes.
O Butantã não sentiu o gol. Continuou mantendo o futebol cadenciado, talvez temendo faltar energias para o segundo tempo e o prejuízo ser ainda maior.
Entretanto, uma infelicidade do zagueiro Ganso e do goleiro Marcelo contribuiu para que o Fabrício aumentasse a vantagem. Aos 27 minutos do primeiro tempo, numa saída de bola do time do bairro Santa Marta, o zagueiro central teve a infeliz idéia de devolver a bola para o goleiro Marcelo. Porém, Marcelo não estava atento no lance e a bola acabou no fundo das redes do Butantã.
Nem mesmo este resultado mudou o ânimo do Butantã e a forma de jogar. Herminho continuava comandando as ações no meio campo e ao mesmo tempo tendo muito trabalho com Gustavo Piau e Juninho Alencar que armavam as jogadas de ataque do Fabrício, sempre visando às complementações de Plínio.
Mas o atacante Luander, começou a mudar a história do jogo. Ele recebeu um lançamento pela esquerda passou por dois defensores do Fabrício e chutou no canto do goleiro Roger, descontando para o Butantã.
Na segunda etapa, nos primeiros minutos de jogo a partida parecia outra. Butantã e Fabrício voltaram mais agressivos, as disputas de jogadas também e o árbitro Maurílio
de Oliveira distribuiu mais de uma dezena de cartões amarelos. Um deles foi o segundo do atacante Dill, do Butantã, que em seguida tomou o cartão vermelho.
Com 10 jogadores em campo e já sem Herminho que sofreu uma contusão no maxilar na disputa de uma jogada na área do Fabrício, Marmita chamou para si a responsabilidade do jogo. Com muita raça e determinação ele mostrava que ainda poderia aprontar no jogo.
E foi o que aconteceu. O Fabrício perdeu várias oportunidades de gol e garantia a vitória até aos 48 minutos do segundo tempo, quando Marmita recebeu na intermediária e entrou dentro da grande área do Fabrício sendo derrubado. O árbitro marcou pênalti. Guilherme, que havia entrado no lugar de Dudu Farnezi, cobrou e converteu empatando o jogo.
O resultado acabou sendo justo, mesmo porque no primeiro tempo, o árbitro não marcou um pênalti claro sobre o jogador Luander do Butantã e o Fabrício criou boas oportunidades de ampliar no segundo tempo, mas não conseguiu.
O Fabrício empatou jogando com Roger; Leandro, Anísio, Marcelo e Edson (Quelinho); Rodrigo Bahia, Gustavo Piau e Juninho Alencar (Denislei); Cecílio, Plínio e Batutinha (Juninho Sgob).
O Butantã com Marcelo; Cacá, Ganso, Jiló e João Paulo; Marmita, Herminho (William) e Diego; Dudu Farnezi (Guilherme), Luander (Matheus) e Dill.O árbitro Maurílio de Oliveira foi auxiliado por Rubens Borges Pinheiro e Jusiene das Graças Nascimento.
No primeiro, talvez até porque os jogadores preferiram poupar energias para o segundo tempo, o jogo foi lento, cadenciado ao extremo, com o Fabrício mostrando-se melhor, principalmente pelo setor direito onde Leandro e Batutinha trocavam passes e envolviam a zaga do Butantã.
Numa destas jogadas, aos 20 minutos do primeiro tempo, Batutinha levantou a bola na área e Plínio antecipou-se ao goleiro Marcelo e tocou para o fundo das redes.
O Butantã não sentiu o gol. Continuou mantendo o futebol cadenciado, talvez temendo faltar energias para o segundo tempo e o prejuízo ser ainda maior.
Entretanto, uma infelicidade do zagueiro Ganso e do goleiro Marcelo contribuiu para que o Fabrício aumentasse a vantagem. Aos 27 minutos do primeiro tempo, numa saída de bola do time do bairro Santa Marta, o zagueiro central teve a infeliz idéia de devolver a bola para o goleiro Marcelo. Porém, Marcelo não estava atento no lance e a bola acabou no fundo das redes do Butantã.
Nem mesmo este resultado mudou o ânimo do Butantã e a forma de jogar. Herminho continuava comandando as ações no meio campo e ao mesmo tempo tendo muito trabalho com Gustavo Piau e Juninho Alencar que armavam as jogadas de ataque do Fabrício, sempre visando às complementações de Plínio.
Mas o atacante Luander, começou a mudar a história do jogo. Ele recebeu um lançamento pela esquerda passou por dois defensores do Fabrício e chutou no canto do goleiro Roger, descontando para o Butantã.
Na segunda etapa, nos primeiros minutos de jogo a partida parecia outra. Butantã e Fabrício voltaram mais agressivos, as disputas de jogadas também e o árbitro Maurílio
de Oliveira distribuiu mais de uma dezena de cartões amarelos. Um deles foi o segundo do atacante Dill, do Butantã, que em seguida tomou o cartão vermelho.
Com 10 jogadores em campo e já sem Herminho que sofreu uma contusão no maxilar na disputa de uma jogada na área do Fabrício, Marmita chamou para si a responsabilidade do jogo. Com muita raça e determinação ele mostrava que ainda poderia aprontar no jogo.
E foi o que aconteceu. O Fabrício perdeu várias oportunidades de gol e garantia a vitória até aos 48 minutos do segundo tempo, quando Marmita recebeu na intermediária e entrou dentro da grande área do Fabrício sendo derrubado. O árbitro marcou pênalti. Guilherme, que havia entrado no lugar de Dudu Farnezi, cobrou e converteu empatando o jogo.
O resultado acabou sendo justo, mesmo porque no primeiro tempo, o árbitro não marcou um pênalti claro sobre o jogador Luander do Butantã e o Fabrício criou boas oportunidades de ampliar no segundo tempo, mas não conseguiu.
O Fabrício empatou jogando com Roger; Leandro, Anísio, Marcelo e Edson (Quelinho); Rodrigo Bahia, Gustavo Piau e Juninho Alencar (Denislei); Cecílio, Plínio e Batutinha (Juninho Sgob).
O Butantã com Marcelo; Cacá, Ganso, Jiló e João Paulo; Marmita, Herminho (William) e Diego; Dudu Farnezi (Guilherme), Luander (Matheus) e Dill.O árbitro Maurílio de Oliveira foi auxiliado por Rubens Borges Pinheiro e Jusiene das Graças Nascimento.
MODERNIDADES DO FUTEBOL
O Moura Miranda abordou na sua coluna de hoje no Jornal da Manhã algumas modernidades do futebol. Outras serão abordadas nos próximos dias, mas tem uma que particularmente não concordo. Esse negócio dos técnicos realizarem treinos secretos. Para mim, treinador que adota treino secreto é treinador ruim, medroso. Hora, todas as jogadas de um time de futebol têm que na verdade darem certo. Ou seja, se uma falta for ensaiada e bem ensaiada não vai ter defesa que segure. A escalação dos times, que muitos procuram manter em segredo, é colocada nas papeletas nos vestiários com acesso livre da imprensa e é lógico dos espiões. Depois, com 5 minutos de jogo dá para se ter uma idéia de como um time vai jogar, ou seja, não há esquema tático que resista porque futebol são 90 minutos e não cinco. Então, esse negócio de treino secreto, muito adotado por técnicos de Cruzeiro e Atlético é na verdade uma grande balela ou como dira o Osmarino Carlos uma "prosopéia flácida para acalentar bovinos". Traduzindo, conversa mole prá boi dormir.
MINEIROS REAGEM DEPOIS DE RODADA MACABRA
Depois da rodada do meio de semana, quando Cruzeiro, Atlético e Ipatinga perderam os seus jogos pelo Campeonato Brasileiro, o fim de semana foi de reabilitação. Cruzeiro (3 a 1 no Fluminense), Ipatinga (1x0 no Internacional) e Atlético (2 a 1 no Vitória) garantiram Minas 100% na 14a. Rodada do Campeonato Brasileiro na Série "A". Para completar, o América venceu o Serra por 2 a 0 e garantiu sua classificação para a próxima fase da Série "C" do Campeonato Brasileiro.
MARMITA TEM DIA DE HERÓI
Na minha opinião, o meio-campista Marmita foi o grande herói do jogo em que o Butantã, depois de estar perdendo por 2 a 0, conseguiu o empate na manhã de ontem no Uberabão. Após a saída de Herminho, contundido, Marmita chamou para si a responsabilidade do jogo. Mostrou muita raça e no finalzinho do jogo, já nos descontos, cavou o pênalti que deu o empate ao Butantã.
Marmita foi mesmo o herói do jogo.
Outro destaque é que a segunda-fase do Campeonato Amador certamente será superemocionante.
Com o empate, diante do Butantã, o Fabrício se despediu do Estádio Uberabão. Depois de cumprir punição com perda do mando de jogo, a equipe grená volta a jogar em seu estádio, o Glayer Leite.
Marmita foi mesmo o herói do jogo.
Outro destaque é que a segunda-fase do Campeonato Amador certamente será superemocionante.
Com o empate, diante do Butantã, o Fabrício se despediu do Estádio Uberabão. Depois de cumprir punição com perda do mando de jogo, a equipe grená volta a jogar em seu estádio, o Glayer Leite.
Butantã arranca empate heróico
Com um gol de Guilherme, aos 49 minutos do segundo tempo, o Butantã saiu com um empate diante do Fabrício, em partida disputa hoje pela manhã no Estádio Uberabão. O Fabrício chegou a fazer 2 a 0 com gol de Plínio e um gol contra do Ganso. Luander e Guilherme empataram para o Butantã.
Confira os resultados da 12a. Rodada:
Juventude 3 x 3Santa Rosa
Vila Nova 1 x 0 Ipiranga
Merceana 3 x 0 Ponte Alta
Madureira 0 x 7 Arem
Fabrício 2 x 2 Butantã
Vila Esperança 1 x 3 Bonsucesso
Independente 2 x 2 Água Comprida
Beira Rio folgou
Classificação da Série "A"
1. Bonsucesso 29
2. Fabrício 25
3. Água Comprida 24
4. Beira Rio 22
5. Santa Rosa 22
6. Arem 22
7. Butantã 18
8. Vila Nova 17
9. Juventude 14
10. Vila Esperança 11
11. Ipiranga 10
12. Independente 9
13. Merceana 9
14. Madureira 7
15. Ponte Alta 1
Resultados Série "B"
Verissimense 1 x 1Sete Colinas
Pq. das Américas 2x 3 Havaí
São José 1 x 2 São Benedito
América 2 x 0Bom Retiro
Capelinha 6 x 2Peirópolis
Mogiana 0 x 0 Atlético
Vila Militar 0 x 7 Delta
Flamengo folgou
Classificação Série B
1. América 29
2. Atlético 26
3. Parque das Américas 22
4. Delta 25
5. Capelinha 19
6. Sete Colinas 18
7. Verissimense 16
8. Vila Militar 15
9. Flamengo 13
10. São José11
11. Peirópolis 11
12. São Benedito 10
13. Havaí 9
14. Bom Retiro
15. Mogiana 8
Confira os resultados da 12a. Rodada:
Juventude 3 x 3Santa Rosa
Vila Nova 1 x 0 Ipiranga
Merceana 3 x 0 Ponte Alta
Madureira 0 x 7 Arem
Fabrício 2 x 2 Butantã
Vila Esperança 1 x 3 Bonsucesso
Independente 2 x 2 Água Comprida
Beira Rio folgou
Classificação da Série "A"
1. Bonsucesso 29
2. Fabrício 25
3. Água Comprida 24
4. Beira Rio 22
5. Santa Rosa 22
6. Arem 22
7. Butantã 18
8. Vila Nova 17
9. Juventude 14
10. Vila Esperança 11
11. Ipiranga 10
12. Independente 9
13. Merceana 9
14. Madureira 7
15. Ponte Alta 1
Resultados Série "B"
Verissimense 1 x 1Sete Colinas
Pq. das Américas 2x 3 Havaí
São José 1 x 2 São Benedito
América 2 x 0Bom Retiro
Capelinha 6 x 2Peirópolis
Mogiana 0 x 0 Atlético
Vila Militar 0 x 7 Delta
Flamengo folgou
Classificação Série B
1. América 29
2. Atlético 26
3. Parque das Américas 22
4. Delta 25
5. Capelinha 19
6. Sete Colinas 18
7. Verissimense 16
8. Vila Militar 15
9. Flamengo 13
10. São José11
11. Peirópolis 11
12. São Benedito 10
13. Havaí 9
14. Bom Retiro
15. Mogiana 8
Uberaba é goleado em Uberlândia
O Uberaba Spor foi derrotado por 3 a 0 pelo Uberlândia Sport ontem no Parque do Sabiá. Depois do jogo, o técnico Nenê Belarmino voltou a pedir reforços a diretoria do Uberaba. Nenê não gostou da atuação do time e pediu uma reunião com a diretoria do time para decidir o que ele chama o futuro da equipe. Na verdade, conforme o treinador, o amistoso serviu para mostrar que o Uberaba precisa destes reforços.
O detalhe do jogo foi que o Uberlândia usou duas equipes. No primeiro tempo, formada por jogadores que vinham atuando e, depois, com jogadores do Atlético Mineiro que estão à disposição do time da cidade vizinha.
O detalhe do jogo foi que o Uberlândia usou duas equipes. No primeiro tempo, formada por jogadores que vinham atuando e, depois, com jogadores do Atlético Mineiro que estão à disposição do time da cidade vizinha.
Campeonato Mirim
O Fabrício venceu o Uberaba pelo Campeonato Mirim no principal jogo da rodada deste domingo.
Confira os resultados:
Chave "A"
Tupi 6 x 0 Beira Rio
Nacional 4 x 0 Atlético
Ipiranga 3 x 0 Flamengo
Chave "B"
Independente 9 x 0 Beira Rio
Uberaba 1 x 3 Fabrício
Vila Nova 0 x 5 Corinthians
Confira os resultados:
Chave "A"
Tupi 6 x 0 Beira Rio
Nacional 4 x 0 Atlético
Ipiranga 3 x 0 Flamengo
Chave "B"
Independente 9 x 0 Beira Rio
Uberaba 1 x 3 Fabrício
Vila Nova 0 x 5 Corinthians
Independente bate o Uberaba no Juvenil
O Uberaba perdeu o duelo para o Independente pelo Campeonato Juvenil da Liga Uberabense de Futebol. O Azulão venceu por 2 a 1.
Os outros resultados foram:
Delta W x 0 Beira Rio
Tupi 4 x 4 Atlético
Uberaba 1 x 2 Independente
Flamengo 4 x 7 Santa Marta
Vila Esperança 1 x 1 Fabrício
Nacional 3 x 0 Ipiranga
Os outros resultados foram:
Delta W x 0 Beira Rio
Tupi 4 x 4 Atlético
Uberaba 1 x 2 Independente
Flamengo 4 x 7 Santa Marta
Vila Esperança 1 x 1 Fabrício
Nacional 3 x 0 Ipiranga
sábado, 26 de julho de 2008
Dad Squarisi - A Dad é dez
Trombei com a Dad Squarisi por acaso procurando concursos no site do Correio Braziliense. Foi amor a primeira vista pela coluna Dicas de Português. Mais do que ensinar escrever, ela mostra como deixar o texto enxuto, uma raridade nos dias de hoje. Partilho com vocês "Os 10 mandamentos da arte de bem escrever". Claro, segundo Dad Squarisi
1 - Escrever é mandar recado. A receita de uma sobremesa é um recado. O convite para a festa de aniversário é um recado. A carta para seu amado é um recado. Toda mensagem é um recado.
2 - Seja natural. Fique à vontade. Imagine que o leitor esteja à sua frente. Converse com ele. Fale fácil e espaceje suas frases com pausas. Confira ao texto um toque humano, pois você escreve para pessoas.
3 - Vá direto ao assunto. Não enrole: Comece pelo mais importante. E comece bem, com uma frase atraente, que lhe desperte o interesse e o estimule a prosseguir a leitura. No final, dê-lhe o prêmio de um fecho de ouro, como inesquecível sobremesa a coroar um lauto almoço.
4 - Use frases curtas. A pessoa só consegue dominar determinado número de palavras antes que os olhos peçam uma pausa. A frase muito longa dá trabalho, confunde. Por isso, use sentenças de, no máximo, uma linha e meia. Lembre-se: uma frase longa nada mais é do que duas curtas.
5 - Prefira palavras breves e simples. Vocábulos longos e pomposos funcionam como cortina de fumaça entre você e o leitor. Seja simples. Entre duas curtas, a mais simples. Em vez de falecer, escreva morrer; em lugar de somente, só; de matrimônio, casamento; de féretro, caixão; de morosidade, lentidão.
6 - Ponha as sentenças na forma positiva. Diga o que é, não o que não é. Quer exemplos? Não ser honesto é ser desonesto; não lembrar é esquecer; não dar atenção é ignorar; não comparecer é faltar; não pagar em dia é atrasar o pagamento.
7 - Opte pela voz ativa. Ela é mais direta, vigorosa e concisa que a passiva (a passiva, como o nome diz, parece sem força, desmaiada). Prefira "um raio provocou o blecaute" a "o blecaute foi provocado por um raio".
8 - Abuse de substantivos e verbos. Escreva com a convicção de que no idioma só existem essas duas classes de palavras. As demais, sobretudo adjetivos e advérbios, devem ser usadas com a sovinice do Tio Patinhas. Na dúvida, deixe-os pra lá: (Normalmente) ao escrever textos (informativos), use substantivos (fortes) e verbos (expressivos).
9 - Seja conciso.Não diga nem mais nem menos do que você precisa dizer. Cultivar a economia verbal sem prejuízo da completa e eficaz expressão do pensamento tem dupla vantagem. Uma: respeita a paciência do leitor. Outra: poupa tempo e espaço.
10 - Persiga a clareza. Dificultar a compreensão do texto é colocar uma pedra no caminho do leitor. Para quê? Facilite-lhe a vida. Nas declarações longas, não o deixe ansioso. Identifique o autor imediatamente antes da citação ou depois da primeira frase.
1 - Escrever é mandar recado. A receita de uma sobremesa é um recado. O convite para a festa de aniversário é um recado. A carta para seu amado é um recado. Toda mensagem é um recado.
2 - Seja natural. Fique à vontade. Imagine que o leitor esteja à sua frente. Converse com ele. Fale fácil e espaceje suas frases com pausas. Confira ao texto um toque humano, pois você escreve para pessoas.
3 - Vá direto ao assunto. Não enrole: Comece pelo mais importante. E comece bem, com uma frase atraente, que lhe desperte o interesse e o estimule a prosseguir a leitura. No final, dê-lhe o prêmio de um fecho de ouro, como inesquecível sobremesa a coroar um lauto almoço.
4 - Use frases curtas. A pessoa só consegue dominar determinado número de palavras antes que os olhos peçam uma pausa. A frase muito longa dá trabalho, confunde. Por isso, use sentenças de, no máximo, uma linha e meia. Lembre-se: uma frase longa nada mais é do que duas curtas.
5 - Prefira palavras breves e simples. Vocábulos longos e pomposos funcionam como cortina de fumaça entre você e o leitor. Seja simples. Entre duas curtas, a mais simples. Em vez de falecer, escreva morrer; em lugar de somente, só; de matrimônio, casamento; de féretro, caixão; de morosidade, lentidão.
6 - Ponha as sentenças na forma positiva. Diga o que é, não o que não é. Quer exemplos? Não ser honesto é ser desonesto; não lembrar é esquecer; não dar atenção é ignorar; não comparecer é faltar; não pagar em dia é atrasar o pagamento.
7 - Opte pela voz ativa. Ela é mais direta, vigorosa e concisa que a passiva (a passiva, como o nome diz, parece sem força, desmaiada). Prefira "um raio provocou o blecaute" a "o blecaute foi provocado por um raio".
8 - Abuse de substantivos e verbos. Escreva com a convicção de que no idioma só existem essas duas classes de palavras. As demais, sobretudo adjetivos e advérbios, devem ser usadas com a sovinice do Tio Patinhas. Na dúvida, deixe-os pra lá: (Normalmente) ao escrever textos (informativos), use substantivos (fortes) e verbos (expressivos).
9 - Seja conciso.Não diga nem mais nem menos do que você precisa dizer. Cultivar a economia verbal sem prejuízo da completa e eficaz expressão do pensamento tem dupla vantagem. Uma: respeita a paciência do leitor. Outra: poupa tempo e espaço.
10 - Persiga a clareza. Dificultar a compreensão do texto é colocar uma pedra no caminho do leitor. Para quê? Facilite-lhe a vida. Nas declarações longas, não o deixe ansioso. Identifique o autor imediatamente antes da citação ou depois da primeira frase.
Handebol fica com o vice
Basquete faz bonito no JIMI
Secadores Futebol Clube
O Paulo Fernando, depois do Osmarino, o meu maior ídolo trash deve estar arrancando os cabelos da cabeça. Afinal, foi só escrever o artigo secadores, desafiando os torcedores dos demais times a secarem o Flamengo que o time carioca não ganhou mais nada no Brasileirão e já perdeu a liderança. Paulinho, escreva outro e peça para secarem o Grêmio, o Vitória, o Palmeiras e o Internacional que está comendo pelas beiradas. Está dada a sugestão.
Modernidades do futebol
Vale a pena ler o artigo de Moura Miranda neste domingo no Jornal da Manhã. Ele aborda com muita propriedade o futebol do passado, desde as escalações dos times, as posses para fotografia e os uniformes. Como ele, ainda não entendo muito esse futebol moderno. Aliás por falar em modernidade, na última vitória do Independente no Campeoanato Amador da Liga Uberabense de Futebol o técnico Cherin adotou um esquema tático que ele classificou de "suicida". Tratade do com duas linhas de 3 jogadores e outras duas com 2. O três, três, dois, dois do Cherin deu certo no jogo contra o Vila Esperança em que a equipe venceu por 1 a 0.
Quem ler o artigo do Moura certamente também saberá porque hoje no Brasil temos uma enormidade de volantes e faltam zagueiros, laterais, atacantes. Sem falar dos pontas que foram banidos do esporte há muito tempo.
Quem ler o artigo do Moura certamente também saberá porque hoje no Brasil temos uma enormidade de volantes e faltam zagueiros, laterais, atacantes. Sem falar dos pontas que foram banidos do esporte há muito tempo.
Nenê Belarmino e o dia do fico
Ainda não foi dessa vez que o Nenê Belarmino colocou um ponto final sobre as especulações de que poderá assumir o comando do Brasiliense ou, pelo menos, foi sondado pela equipe do Distrito Federal. Simplesmente Nenê desapareceu na sexta e no sábado. E faltou um proncunciamento oficial sobre sua permanência no Uberaba Sport, enquanto a diretoria garante que o técnico continua firme e forte no comando do time.
É difícil torcer para dois times
Ai, ai, ai. Hoje estou com uma tremenda dor de cabeça. Também quem mandou eu torcer para dois times. Cruzeiro e Fluminense se enfrentam no Marcanã e o que fazer. Não se torço para o Cruzeiro vencer e brigar pela liderança ou para o Fluzão ganhar e sair de vez da zona do rebaixamento. Hoje vai ter que ser daquele jeito. Que o futebol seja bom e que venca o melhor.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Neide Duarte

Achei em um outro blog o texto da Neide Duarte, mas prometo colocá-lo inteiro aqui porque ainda tenho o original distribuído pelo pessoal da imprensa da CTBC em encontro que tivemos com ela em Uberlândia.
Só pelas linhas abaixo dá para ver que a Neide tem que servir de espelho para muita gente. Adoro as matérias dela no Jornal Nacional e fora dele ainda mais.
Só pelas linhas abaixo dá para ver que a Neide tem que servir de espelho para muita gente. Adoro as matérias dela no Jornal Nacional e fora dele ainda mais.
Claro que a Neide é minha guru.
"O jornalista é um mediador entre dois mundos. E isso não significa apenas poder, mas também humildade, aceitação, de ser apenas o que deixa passar, deixa fluir através de seu trabalho o trabalho de outros, as idéias de outros, o caráter de outros. O jornalista não é só um representante que age em nome de tantos outros, é também um intérprete que busca revelar o que acredita ser verdade e o que acredita que as pessoas querem saber. Uma profissão repleta de subjetividades. (...) E nisso reside a responsabilidade do jornalista. Ele tem um poder imenso nas mãos. Ele traz o que está longe do olhar dos outros para ser visto de perto. Assim ele pode trazer o que quiser. Nisso reside a ética de um jornalista. Ele tem o poder de manipular uma informação, falsear uma realidade, mas tem também o poder de convocar, de fazer alguém pensar coisas que nunca havia pensado. O jornalista é capaz de mobilizar a ação das pessoas, de plantar novos valores, novos comportamentos. E isso é um poder político. (...)"
A rodada promete
Sem sombras de dúvidas ouso, e só ouso a dizer, que a rodada deste fim de semana do Campeonato Brasileiro da Série "A" promete ser fantástica. A começar por Cruzeiro e Fluminense hoje, no Maracanã, a partir das 18h20. O Cruzeiro busca a reabilitação depois da rodada maldita e ao Fluminense só a vitória interessa para fugir da zona do rebaixamento. Veja os jogos da 15a. e diga se eu tenho ou não razão.
Hoje
HORÁRIO LOCAL PARTIDA
18h20 Maracanã Fluminense x Cruzeiro
18h20 Ipatingão Ipatinga x Internacional
18h20 Aflitos Náutico x Coritiba
Amanhã
HORÁRIO LOCAL PARTIDA
16h Olímpico Grêmio x Palmeiras
16h Vila Belmiro Santos x Vasco
16h Serra Dourada Goiás x Sport
16h Arena da Baixada Atlético-PR x Figueirense
18h10 Morumbi São Paulo x Portuguesa
18h10 Mineirão Atlético-MG x Vitória
18h10 Maracanã Flamengo x Botafogo
Hoje
HORÁRIO LOCAL PARTIDA
18h20 Maracanã Fluminense x Cruzeiro
18h20 Ipatingão Ipatinga x Internacional
18h20 Aflitos Náutico x Coritiba
Amanhã
HORÁRIO LOCAL PARTIDA
16h Olímpico Grêmio x Palmeiras
16h Vila Belmiro Santos x Vasco
16h Serra Dourada Goiás x Sport
16h Arena da Baixada Atlético-PR x Figueirense
18h10 Morumbi São Paulo x Portuguesa
18h10 Mineirão Atlético-MG x Vitória
18h10 Maracanã Flamengo x Botafogo
Galos 100 anos, Derci 101 anos. Será mera coincidência?
Na brincadeira semanal do Fanáticos Futebol Clube na semana passada. O Paulo Fernando ouviu na sexta-feira pessoas no mercado municipal procurando saber o placar do jogo entre e Atlético e Coritiba, no Mineirão. Um torcedor debochado, acredito que ele seja cruzeirense, disse que o Atlético era igual a Derci Gonçalves estava há 100 anos fazendo a gente rir. Coincidência ou não no sábado, quando a página de esportes do JM já estava editada veio a notícia da internação e morte de Derci Gonçalves. Até aí seria mera coincidência, o Galo venceu e houve, torcedor fanático, que dissesse que era a velhinha sorridente quem secava o Atlético-MG. Com ela morta, o Galo seria campeão brasileiro.
Na quarta-feira decidi ver o jogo do Atlético com o Botafogo no Engenhão, aquele estádio que apelidaram de Vazião. Acho que vou pedir a fita do jogo. Aquilo deve ser mostrado para todos os jogadores iniciantes ou profissionais como exemplo do que não é futebol.
O Vanderlei Luxemburgo que é um técnico competente, com certeza já deve ter requisitado o VT.
E onde entra a Derci nessa história? Tomara que não aconteça com o Galo o que aconteceu com a velhinha sorridente. E olha que pelo futebol apresentado, o time mineiro já está no CTI.
Na quarta-feira decidi ver o jogo do Atlético com o Botafogo no Engenhão, aquele estádio que apelidaram de Vazião. Acho que vou pedir a fita do jogo. Aquilo deve ser mostrado para todos os jogadores iniciantes ou profissionais como exemplo do que não é futebol.
O Vanderlei Luxemburgo que é um técnico competente, com certeza já deve ter requisitado o VT.
E onde entra a Derci nessa história? Tomara que não aconteça com o Galo o que aconteceu com a velhinha sorridente. E olha que pelo futebol apresentado, o time mineiro já está no CTI.
Extra, Extra, Oscar Niemeyer projetou a casa do Osmarino

O Osmarino Carlos continua sendo o meu ídolo trash. É o cara mais zangado que já conheci. Resolveu dar bronca no ar, reclamando do jornaleiro que arremessou o seu Jornal da Manhã dentro da piscina. É claro que a culpa é do Oscar Nyemeyer. Projetou a piscina na porta da casa do Osmarino. Quem mandou ele copiar o projeto do Palácio do Planalto. Vai ver tem até rampa. Mas, o Wellington Cardoso Ramos, velho conhecido do Osmarino e colunista do Jornal da Manhã já tem a solução. Manda o Osmarino virar a casa e deixar a piscina no fundo. Tá dado o recado.
Profeta nunca mais
Não sou dado a profecia. Tanto é que não jogo na loteria e nem sou daqueles que vivem apostando nos botecos. Na quarta-feira, talvez entusiasmado pelo Osmarino e Carrapicho na Rádio Sete Colinas, decidi arriscar e afirmar que o Figueirense venceria o Grêmio. O time do sul do país meteu 7 a 1 no adversário, dentro da casa dos rivais, fora o show. Não teve jeito. Abortei meu projeto, profeta nunca mais.
Até que o Carrapicho tentou me dar uma força, falando que ninguém acertaria o resultado. Mas não tem jeito não. Profecia nunca mais!!!!!
Até que o Carrapicho tentou me dar uma força, falando que ninguém acertaria o resultado. Mas não tem jeito não. Profecia nunca mais!!!!!
Rodada Maldita
Coritiba 1 x 0 Ipatinga, Cruzeiro 0 x 1 Goiás, Botafogo 4 x 0 Atlético Mineiro. A rodada do meio de semana do Campeoanato Brasileiro, para quem gosta de números a 14a., pode ser considerada a rodada maldita para os mineiros. Com a derrota, o Ipatinga continua segurando a lanterna, o Galo saiu da zona de alerta e caiu na zona do rebaixamento mesmo. E o Cruzeiro? Amargou a primeira derrota dentro de casa e perdeu a chance de chegar ao topo da tabela do Brasileirão.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Osmarino não perdoa
Meu ídolo trash, o comandante/capitão Osmarino Carlos, não perdoa o Carrapicho por ter dado nota 7 ao técnico Kia do Fabrício, mesmo o treinador estando no Mato Grosso. Foi durante o jogo entre Fabrício e Vila Nova. Carrapicho não noticiou que Kia estava viajando e nem que o técnico era o vice-presidente Saruê. De qualquer maneira, o Kia montou o time durante a semana e a nota mais que merecido.
O duro é convencer o Osmarino disso.
O duro é convencer o Osmarino disso.
USC confirma amistoso
Confirmados os dos amistosos do Uberaba contra o Uberlândia. O primeiro será domingo na cidade vizinha em local ainda não definido. Pode ser no Parque do Sabiá, Juca Ribeiro ou Airton Borges. A partida será às 10h da manhã.
O outro jogo será na terça-feira, às 20h, no Uberabão.
O outro jogo será na terça-feira, às 20h, no Uberabão.
domingo, 20 de julho de 2008
Galo vence de virada
Depois de duas derrotas consecutivas, o Atlético voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro hoje a noite. O Galo venceu o Coritiba por 3 a 2 e somou mais três pontos na tabela de classificação, mas não conseguiu sair do lugar.
Os resultados da 12a. Rodada do Brasileiro foram os seguintes:
Ipatinga 4 x 1 Portuguesa
Fluminense 1 x 0 Figueirense
Grêmio 1 x 0 Cruzeiro
Goiás 3 x 2 Palmeiras
Santos 2 x 1 Sport
Atlético-PR 3 x 1 Vasco
Náutico 1 x 1 Internacional
São Paulo 2 x 1 Botafogo
Flamengo 0 x 1 Vitória
Atlético 3 x 2 Coritiba
Os resultados da 12a. Rodada do Brasileiro foram os seguintes:
Ipatinga 4 x 1 Portuguesa
Fluminense 1 x 0 Figueirense
Grêmio 1 x 0 Cruzeiro
Goiás 3 x 2 Palmeiras
Santos 2 x 1 Sport
Atlético-PR 3 x 1 Vasco
Náutico 1 x 1 Internacional
São Paulo 2 x 1 Botafogo
Flamengo 0 x 1 Vitória
Atlético 3 x 2 Coritiba
Minas vence no Truco
Depois de vencer no tempo normal, o Minas venceu o Juventude também nas sete mesas e ficou com o título do Campeonato Mineiro de Truco. Nesse momento, a equipe está retornando a Uberaba e ainda não tive como confirmar os placares. Nas sete mesas, o resultado teria sido 4 a 1.
O último time uberabense campeão mineiro de truco foi o São Benedito em 2005. Naquela ocasião o São Bené derrotou o Internacional, uma seleção de truqueiros de Araguari que depois se dividiu no Minas e no Dez de Ouro.
O último time uberabense campeão mineiro de truco foi o São Benedito em 2005. Naquela ocasião o São Bené derrotou o Internacional, uma seleção de truqueiros de Araguari que depois se dividiu no Minas e no Dez de Ouro.
Moura Miranda e o Uberaba Sport
No sábado, durante o Sete nos Esportes, o Moura Miranda fez uma esplanação sobre aquilo que o técnico Nenê Belarmino já havia falado. Ora, se quisermos um Uberaba Sport vencedor precisamos contratar. Caso contrário, se jogarmos com os jogadores da casa, corremos o risco de perder de goleada várias jogos. Então precisamos saber exatamente o que queremos.
Na verdade, sempre defendi e defendo o prata casa. Lembro-me do Valtinho Barbosa, que numa de suas últimas passagens pelo Uberaba Sport montou um time de garotos, nele estava Marcos Rogério, que hoje joga no amador do Bonsucesso. Os meninos do Valtinho subiram para a primeira divisão.
Olha, o Uberaba Sport tem um grande potencial para atrair novos jogadores. Se perguntarmos hoje a dez garotos da categoria infantil, quais querem jogar no USC, oito com certeza vão dizer que querem jogar no USC.
É este o potencial que ao meu ver tem que ser despertado. Começar pela base mesmo. É ter estrutura para todas as categorias e fazer do profissional uma consequência das categorias de base.
Se jogador de fora, com curriculum invejável, desse títulos ao USC, o Uberaba, dirigido pelo Luciano Rangel Pinheiro, teria sido campeão mineiro. A história mostra que essa não é a melhor alternativa.
Na verdade, sempre defendi e defendo o prata casa. Lembro-me do Valtinho Barbosa, que numa de suas últimas passagens pelo Uberaba Sport montou um time de garotos, nele estava Marcos Rogério, que hoje joga no amador do Bonsucesso. Os meninos do Valtinho subiram para a primeira divisão.
Olha, o Uberaba Sport tem um grande potencial para atrair novos jogadores. Se perguntarmos hoje a dez garotos da categoria infantil, quais querem jogar no USC, oito com certeza vão dizer que querem jogar no USC.
É este o potencial que ao meu ver tem que ser despertado. Começar pela base mesmo. É ter estrutura para todas as categorias e fazer do profissional uma consequência das categorias de base.
Se jogador de fora, com curriculum invejável, desse títulos ao USC, o Uberaba, dirigido pelo Luciano Rangel Pinheiro, teria sido campeão mineiro. A história mostra que essa não é a melhor alternativa.
Jogos da 2a. Rodada do Campeonato Mirim
Chave "A"
Flamengo 0 x 3 Nacional
Beira Rio 3 x 0 Atlético Abadiense
Ipiranga 0 x 1 Tupi
Chave "B"
Corinthians 0 x 7 Uberaba
Vila Esperança 1 x 2 Fabrício (time do Chiquinho)
Vila Nova 0 x 7 Independente
Classificação após a 2a. rodada
Chave "A"
1. Atlético Abadia
Nacional
Tupi 6
4. Ipiranga
Beira Rio
Flamengo 0
Chave "B"
1. Independente
Uberaba
Fabrício 6
4. Vila Esperança
Vila Nova
Corinthians 0
Próxima Rodada (3a. Primeira Fase)
Chave "A"
Tupi x Beira Rio
Nacional x Atlético
Ipiranga x Flamengo
Chave "B"
Independente x V. Esperança
Uberaba x Fabrício
Vila Nova x Corinthians
Flamengo 0 x 3 Nacional
Beira Rio 3 x 0 Atlético Abadiense
Ipiranga 0 x 1 Tupi
Chave "B"
Corinthians 0 x 7 Uberaba
Vila Esperança 1 x 2 Fabrício (time do Chiquinho)
Vila Nova 0 x 7 Independente
Classificação após a 2a. rodada
Chave "A"
1. Atlético Abadia
Nacional
Tupi 6
4. Ipiranga
Beira Rio
Flamengo 0
Chave "B"
1. Independente
Uberaba
Fabrício 6
4. Vila Esperança
Vila Nova
Corinthians 0
Próxima Rodada (3a. Primeira Fase)
Chave "A"
Tupi x Beira Rio
Nacional x Atlético
Ipiranga x Flamengo
Chave "B"
Independente x V. Esperança
Uberaba x Fabrício
Vila Nova x Corinthians
Juventude surpreende líder do amadorão
O empate entre Bonsucesso e Beira Rio foi a grande surpresa do Campeoanato Amador da Liga Uberabense de Futebol. Confira os resultados deste domingo.
Série "A"
Vila Nova 0 x 1 Fabrício = Gol de Juninho Alencar.
Santa Rosa 4 x 1 Independente
Ipiranga 0 x 3 Beira Rio, jogo que marcou a estréia do técnico Fabinho
Madureira 1 x 2 Merceana
Vila Esperança 1 x 1 Butantã
Ponte Alta 1 x 3 Água Comprida
Bonsucesso 2 x 2 JUventude
Classificação da Série "A"
1. Bonscuesso 26
2. Fabrício 24
3. Água Comprida 23
4. Beira Rio 22
5. Santa Rosa 21
6. Arem 19
7. Butantã 17
8. Vila Nova 14
9. Juventude 13
10. Vila Esperança 11
11. Ipiranga 10
12. Independente 8
13. Madureira 7
14. Merceana 6
15. Ponte Alta 1
Próxima rodada:
Juventude x Santa Rosa
Vila Nova x Ipiranga
Merceana x Ponte Alta
Madureira x Arem
Independente x Água Comprida
Fabrício x Butantã
Vila Esperança x Bonsucesso
O Beira Rio estará de folga.
Série "B"
Pq. das Américas 6 x 0 Mogiana
Sete Colinas 1 x 1 Capelinha
Havaí 2 x 3 Flamengo
América 2 x 1 São José
Vila MIlitar 1 x 4 Atlético
São Benedito 3 x 7 Peirópolis
Delta 2 x 0 Verissimense
Classificação
1. América 26
2. Atlético 25
3. Parque das Américas 22
4. Delta 22
5. Sete Colinas 17
6. Capelinha 16
7. Vila Militar 15
8. Verissimente
Flamengo 13
10. São José
Peirópolis 11
12. Bom Retiro
Mogiana
São Benedito 7
14. Havaí 6
Próxima rodada:
Verissimense x Sete Colinas
Pq. das Américas x Havaí
São José x São Benedito
América x Bom Retiro
Capelinha x Peirópolis
Mogiana x Atlético Abadiense
Vila Militar x Delta
O Flamengo está de folga.
Série "A"
Vila Nova 0 x 1 Fabrício = Gol de Juninho Alencar.
Santa Rosa 4 x 1 Independente
Ipiranga 0 x 3 Beira Rio, jogo que marcou a estréia do técnico Fabinho
Madureira 1 x 2 Merceana
Vila Esperança 1 x 1 Butantã
Ponte Alta 1 x 3 Água Comprida
Bonsucesso 2 x 2 JUventude
Classificação da Série "A"
1. Bonscuesso 26
2. Fabrício 24
3. Água Comprida 23
4. Beira Rio 22
5. Santa Rosa 21
6. Arem 19
7. Butantã 17
8. Vila Nova 14
9. Juventude 13
10. Vila Esperança 11
11. Ipiranga 10
12. Independente 8
13. Madureira 7
14. Merceana 6
15. Ponte Alta 1
Próxima rodada:
Juventude x Santa Rosa
Vila Nova x Ipiranga
Merceana x Ponte Alta
Madureira x Arem
Independente x Água Comprida
Fabrício x Butantã
Vila Esperança x Bonsucesso
O Beira Rio estará de folga.
Série "B"
Pq. das Américas 6 x 0 Mogiana
Sete Colinas 1 x 1 Capelinha
Havaí 2 x 3 Flamengo
América 2 x 1 São José
Vila MIlitar 1 x 4 Atlético
São Benedito 3 x 7 Peirópolis
Delta 2 x 0 Verissimense
Classificação
1. América 26
2. Atlético 25
3. Parque das Américas 22
4. Delta 22
5. Sete Colinas 17
6. Capelinha 16
7. Vila Militar 15
8. Verissimente
Flamengo 13
10. São José
Peirópolis 11
12. Bom Retiro
Mogiana
São Benedito 7
14. Havaí 6
Próxima rodada:
Verissimense x Sete Colinas
Pq. das Américas x Havaí
São José x São Benedito
América x Bom Retiro
Capelinha x Peirópolis
Mogiana x Atlético Abadiense
Vila Militar x Delta
O Flamengo está de folga.
Parabéns Nelsinho
Mesmo contando com a sorte, Nelsinho Piquet chegou em segundo no GP da Alemanha de Fórmula 1.
Hamilton passeou na pista e conseguiu o primeiro lugar. Felipe Massa chegou em terceiro e somou 3 pontos na frente de Kimi Raikonnen, que chegou em sexto. Heikki Kovalainen, da McLaren, ficou em quinto lugar O quarto colocado foi Nick Heidfeld, da BMW.
Hamilton passeou na pista e conseguiu o primeiro lugar. Felipe Massa chegou em terceiro e somou 3 pontos na frente de Kimi Raikonnen, que chegou em sexto. Heikki Kovalainen, da McLaren, ficou em quinto lugar O quarto colocado foi Nick Heidfeld, da BMW.
Paulinho em Campanha...
Quem viu domingo passado na Liga Uberabense de Futebol o Paulo Sérgio Miranda conversando com os jogadores do Minas de Araguari pode afirmar que ele é candidato à presidência da Federação Mineira de Truco.
Será que o eterno mandato de Agustinho Manso está chegando ao fim.
O atual presidente da Federação Mineira enfrenta grande desgaste principalmente por sua decisões nada democráticas. Primeiro foi a eliminação do São Benedito, sem sequer levar em conta as alegações do time uberabense que não completou partida com o Shaparraw em Uberlândia.
O Shaparraw, time do Augustinho, continuou no torneio e envolveu-se em briga com o Minas. Provando que o São Bené estava certo.
Depois, em mais uma atitude antidemocrática, Augustinho determinou que o primeiro jogo da final entre Minas e Juventude fosse em Uberaba. O regulamento mandava que o jogo fosse em Araguari e a decisão em Uberlândia. Como primeiro jogo foi aqui, lógico que o Minas se sentiu prejudicado.
Será que o eterno mandato de Agustinho Manso está chegando ao fim.
O atual presidente da Federação Mineira enfrenta grande desgaste principalmente por sua decisões nada democráticas. Primeiro foi a eliminação do São Benedito, sem sequer levar em conta as alegações do time uberabense que não completou partida com o Shaparraw em Uberlândia.
O Shaparraw, time do Augustinho, continuou no torneio e envolveu-se em briga com o Minas. Provando que o São Bené estava certo.
Depois, em mais uma atitude antidemocrática, Augustinho determinou que o primeiro jogo da final entre Minas e Juventude fosse em Uberaba. O regulamento mandava que o jogo fosse em Araguari e a decisão em Uberlândia. Como primeiro jogo foi aqui, lógico que o Minas se sentiu prejudicado.
Campeonato Mineiro de Truco
Hoje é dia de decisão do Campeonato Mineiro de Truco.
O Juventude, do João Mentira (foto), o ídolo trash do Guilherme, tenta garantir o título na partida diante do Minas de Araguari em Uberlândia.
No primeiro jogo, em Uberaba, o Juventude venceu o Minas por 22 a 18. Hoje com um empate - 21 a 21 - o Juventude fica com o título. Se perder, haverá decisão nas 7 mesas, já que não existe contagem de quedas, ou saldo de quedas, na decisão.
O domingo promete ser emocionante na Liga Uberlandense de Truco.
Segunda rodada do Campeonato Mirim
Rodada de hoje do Amadorão
Série "A"
11a. Rodada do Campeonato Amador
Vila Nova x Fabrício
Santa Rosa x Independente
Ipiranga x Beira Rio
Madureira x Merceana
Vila Esperança x Butantã
Ponte Alta x Água Comprida
Bonsucesso x Juventude
A moçada do Arem está de folga.
Série "B"
Pq. das Américas x Mogiana
Sete Colinas x Capelinha
Havaí x Flamengo
América x São José
Vila Militar x Atlético
São Benedito x Peirópolis
Delta x Verissimense
De folga está a equipe do Bom Retiro
11a. Rodada do Campeonato Amador
Vila Nova x Fabrício
Santa Rosa x Independente
Ipiranga x Beira Rio
Madureira x Merceana
Vila Esperança x Butantã
Ponte Alta x Água Comprida
Bonsucesso x Juventude
A moçada do Arem está de folga.
Série "B"
Pq. das Américas x Mogiana
Sete Colinas x Capelinha
Havaí x Flamengo
América x São José
Vila Militar x Atlético
São Benedito x Peirópolis
Delta x Verissimense
De folga está a equipe do Bom Retiro
sábado, 19 de julho de 2008
Ipatinga goleia, Flu deixa a zona do rebaixamento e Grêmio assume a vice-liderança
E o Ipatinga, quem diria, meteu 4 a 1 na Portuguesa e deixou a lanterna do Campeonato Brasileiro nas mãos do Santos.
O Fluminense venceu o Figueirense (1x0) ontem e deu um salto para fora da zona do rebaixamento.
Já o Cruzeiro perdeu por 1 a 0 para Grêmio e o Fábio, que vinha sendo o grande nome do clube, tomou um gol no meio das pernas. Não é o que se pode chamar de um peru, mas com certeza foi uma infelicidade muito grande para aquele que garantiu a vitória do Cruzeiro sobre o Atlético do Paraná no meio da semana.
Hoje mais sete jogos dão sequência à rodada do Brasileirão.
Goiás x Palmeiras
Santos x Sport
Atlético-PR x Vasco
Náutico x Intgernacional
São Paulo x Botafogo
Flamengo x Vitória
Atlético x Coritiba
O Fluminense venceu o Figueirense (1x0) ontem e deu um salto para fora da zona do rebaixamento.
Já o Cruzeiro perdeu por 1 a 0 para Grêmio e o Fábio, que vinha sendo o grande nome do clube, tomou um gol no meio das pernas. Não é o que se pode chamar de um peru, mas com certeza foi uma infelicidade muito grande para aquele que garantiu a vitória do Cruzeiro sobre o Atlético do Paraná no meio da semana.
Hoje mais sete jogos dão sequência à rodada do Brasileirão.
Goiás x Palmeiras
Santos x Sport
Atlético-PR x Vasco
Náutico x Intgernacional
São Paulo x Botafogo
Flamengo x Vitória
Atlético x Coritiba
Jeanne Callegari e a Bibliografia de Caio Fernando Abreu
Sai nos próximos dias entrevista no Jornal da Manhã com Jeanne Callegari. A jornalista uberabense que lança no próximo dia 29 o livro a Bibliografia de Caio Abreu Jr. O lançamento será em Sampa. Só não vou tomar um vinho branco com a Jeanne porque a correria por aqui não dá tempo. Na entrevista, vocês vão ver ela está nas nuvens. E não era para menos. Ela adora escrever e este é apenas o primeiro de uma série de livros.
Veja aí a capa do livro.
Pai torcedor entra em campo e agride jogador
O que eu temia acabou acontecendo. No jogo de ontem entre Beira Rio e Independente, no Estádio JK, pai de jogador do Alfredo Freire entrou em campo e agrediu jogador. Pior do que a agressão, teria sido a demonstração de racismo do torcedor. Árbitro e os próprios jogadores tiveram que agir para evitar o pior. A fotógrafa Fernanda Borges, do Jornal da Manhã, fotografou toda a cena. As imagens certamente vão trazer complicações para o pai torcedor. A Liga Uberabense de Futebol tem que tomar medidas urgentes para evitar este time de acontecimento.
No jogo de hoje entre Vila Esperança e Butantã, no Batistão, também devem ser tomadas medidas preventivas. O jogo é decisivo e, se eu fosse dirigente da LUF, pediria policiamento.
Os resultados da 6a. Rodada do Campeonato Juvenil foram:
Independente 9 x 0 Beira Rio
Flamengo 2 x 7 Vila Esperança
Butantã 0 x 5 Uberaba
Delta 1 x 2 Tupi
Merceana 1 x 16 Nacional
Ipiranga 16 x 2 Santa Marta
Flamengo 2 x 7 Vila Esperança
A chuva de gols continua no Campeonato Juvenil. Nesta rodada foram 61 gols em 6 jogos, o que dá uma média superior a 10 gols por partida.
Próxima rodada do Campeonato Juvenil a última da primeira fase marca os seguintes jogos:
Delta x Beira Rio
Tupi x Atlético da Abadia
Uberaba x Independente
Flamengo x Santa Marta
Vila Esperança x Fabrício
Nacional x Ipiranga
No jogo de hoje entre Vila Esperança e Butantã, no Batistão, também devem ser tomadas medidas preventivas. O jogo é decisivo e, se eu fosse dirigente da LUF, pediria policiamento.
Os resultados da 6a. Rodada do Campeonato Juvenil foram:
Independente 9 x 0 Beira Rio
Flamengo 2 x 7 Vila Esperança
Butantã 0 x 5 Uberaba
Delta 1 x 2 Tupi
Merceana 1 x 16 Nacional
Ipiranga 16 x 2 Santa Marta
Flamengo 2 x 7 Vila Esperança
A chuva de gols continua no Campeonato Juvenil. Nesta rodada foram 61 gols em 6 jogos, o que dá uma média superior a 10 gols por partida.
Próxima rodada do Campeonato Juvenil a última da primeira fase marca os seguintes jogos:
Delta x Beira Rio
Tupi x Atlético da Abadia
Uberaba x Independente
Flamengo x Santa Marta
Vila Esperança x Fabrício
Nacional x Ipiranga
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Sogro, genro e futebol = secador
Por falar em artigo, o Luiz Cecílio tá devendo explicações ao genro. Foi assistir Palmeiras e São Paulo com o namorado da filha e acabou secando o verdão. Vai um recado para o genro do Luiz. Em dia de jogo do verdão, deixa o Luiz Cecílio no curso de batizado, rezando terço, ou em qualquer lugar, desde que ele fique bem longe do Palmeiras. Tem gente que tem olho GOOOOOOOORDOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Lá vem os velhinhos!!!!
O Serginho Martins, que nos últimos dias estava se mostrando muito carrancudo, voltou ao seu estilo descontraído e cheio de bossa no comentária desta semana no Jornal da Manhã. Sérgio abordou o início do campeonato de Sêniors 2008 com a velha irreverência que lhe é peculiar. Parabéns Serginho. O artigo ficou 10. Quem não conferiu. É só clicar no link abaixo.
http://www.jmonline.com.br/?colunas,6340
http://www.jmonline.com.br/?colunas,6340
Vistoria em Boulanger Pucci
Um dos responsáveis pelo futebol no Santos estará em Uberaba neste sábado. Luizinho vai fazer vistoria em Boulanger Pucci. O dirigente quer saber se o Uberaba Sport tem condições de manter parceria com o clube através da qual jogadores da equipe paulista usariam o Uberaba como vitrine ou trampolin. Os salários seriam pagos pelo Santos, entrando o Uberaba com a vitrine e a infra-estrutura. O problema é que BP está entregue às moscas. O gramado está cada vez pior e o restante do estádio necessitando de uma limpeza com urgência.
José Simão e o Osmarino
Plagiando o Zé da Simão da Folha de S. Paulo vou mantendo a minha heróica e mesopotâmica luta contra os tecnicinismos do Osmarino Carlos. O comentarista da Seleção do Rádio insiste em defender a linguagem técnica para a arbitragem. Nela não existe mais desconto no futebol e sim "recuparação de tempo perdido". O bandeirinha vira assistente de arbitragem e não se fala mais nisso. Mas, o Paulo Fernando dá o exemplo. Se as coisas continuarem assim, conversa mole para boi dormir vai virar "prosopopéia flácida para acalentar bovinos". O Osmarino é meu ídolo trash. Mais zangado do que ele, só o carrapicho quando recebe toque no telefone celular.
Torneio Interbairros
terça-feira, 15 de julho de 2008
Todo mundo tem uma qualidade
Ele é sem dúvida o meu maior guru. Era com ele que eu passava todas as férias escolares na infância e na adolescência. Meu avô, Waldemar Filmiano da Silva, o Waldemar da Pinga, como é conhecido em Campo Florido, foi mais que um herói.
Exímio cavaleiro, sabia apartar o gado como ninguém. Para campear então. Não havia ninguém melhor. Olhava o mato, do alto cavalo sabia se o gado havia passado por ali, uma, duas, três ou quarenta reses. No trabalho braçal, trabalhou até os seus oitenta anos.
Mas meu avô, a exemplo do meu pai, tinha uma coisa que se eu tivesse com certeza iria longe na vida. Como os jogadores de xadrez, ele tinha o dom de antever os acontecimentos. Assim, agia sempre com precaução, e falava porque estava agindo daquela maneira.
Outra coisa, talvez esta seja a única que consegui a aprender, e que muitos antes do Waldez Ludwing ele me ensino é que qualquer pessoa tem grandes qualidades. Só nos restas descobrir e ressaltar estas qualidades e que, se somos bom em uma coisa, devemos praticá-muito para sermos cada vez melhores.
Exímio cavaleiro, sabia apartar o gado como ninguém. Para campear então. Não havia ninguém melhor. Olhava o mato, do alto cavalo sabia se o gado havia passado por ali, uma, duas, três ou quarenta reses. No trabalho braçal, trabalhou até os seus oitenta anos.
Mas meu avô, a exemplo do meu pai, tinha uma coisa que se eu tivesse com certeza iria longe na vida. Como os jogadores de xadrez, ele tinha o dom de antever os acontecimentos. Assim, agia sempre com precaução, e falava porque estava agindo daquela maneira.
Outra coisa, talvez esta seja a única que consegui a aprender, e que muitos antes do Waldez Ludwing ele me ensino é que qualquer pessoa tem grandes qualidades. Só nos restas descobrir e ressaltar estas qualidades e que, se somos bom em uma coisa, devemos praticá-muito para sermos cada vez melhores.
A história do Guia Comercial Uberaba
Guia Comercial
O fenômeno editorial e comercial do ano
Por Waldemar Filmiano Neto
Frases:
Maria José
“Sempre fiz questão de ter meu cliente 101% satisfeito”
“Nos últimos sete anos eu suei sangue para me auto-afirmar como profissional”
“A idéia veio para ficar e quem não anunciou perdeu...”
Fabiano
“O Guia surgiu da ausência de um produto do gênero em Uberaba”
Carlos Eduardo Loss
“Busca mais rápida, prática e simples, anúncios e papel de qualidade”
Que cada história tem começo meio e fim todo mundo sabe. Mas a história da empresária Maria José Rodrigues da Silva é diferente. Tem tudo isso e muito mais: recomeço.
Zezé, para os mais íntimos, é apontada como a grande responsável pelo sucesso do recém-lançado Guia Comercial Uberaba 2008, o fenômeno editorial do ano.
Falando sobre sua trajetória profissional, ela lembra os 18 anos de trabalho no ramo gráfico. “Fui sócia em uma outra empresa onde trabalhei 11 anos, mas em 2001, em virtude da separação, tive que recomeçar do zero. Só com a experiência e a vontade de trabalhar”, lembra.
A receita do sucesso foi simples: ela sempre apostou na satisfação total do cliente. “Eu nunca me foquei em volume, quantidade e lucratividade, mas sempre fiz questão de ter meu cliente 101% satisfeito”, afirma. Assim, a Gráfica São José apostou na qualidade desde o atendimento até a entrega do produto. E se por um lado faltava dinheiro para grandes investimentos, por outro, não faltou à empresária senso para descobrir que em grandes empreendimentos logística é fundamental.
Se a gráfica São José não tinha condição de executar um serviço, em quantidade e no espaço de tempo desejado, ela apostou nas parcerias como alternativa. “Há dois anos eu tirava leite de pedra. Não tinha tecnologia nenhuma. Minha máquina velha vivia quebrando . Pegava trabalho para rodar e não sabia quando ia terminar, mas o trabalho supera tudo”, lembra, revelando que hoje tem entre seus parceiros o maior Parque Gráfico da Parque Gráfico da América Latina.
O retorno não demorou a aparecer. Graças ao atendimento com excelência aos clientes, a Gráfica São José ganhou mercado e investiu em máquinas e profissionais qualificados.
O trabalho rendeu homenagens à empresária. No ano passado, Maria José recebeu o Troféu Antônio Carlos Guillaumon, outorgado pela Associação Comercial e Industrial de Uberaba (Aciu), como Empresa Destaque. O trabalho de Maria José foi igualmente reconhecido pela Associação das Mulheres de Negócio e Profissionais de Uberaba (BPW), eleita “Empresária Destaque 2007”.
A receita para o sucesso ela tem na ponta da língua: “nos últimos sete anos eu suei sangue para me auto-afirmar como profissional. Isso não é fácil quando não se tem dinheiro, mas não é impossível”.
Mas o caminho da empresária premiada iria se cruzar com o caminho de três meninos recém-formados. O encontro possibilitou a edição do Guia Comercial Uberaba 2008.
Com o Guia 2007 praticamente pronto, Fabiano de Paula Morais, Carlos Eduardo Loss e Victor Heli Vaz Araújo precisavam honrar o compromisso com os cerca de 3.000 clientes e entregar o produto de acordo com o cronograma estabelecido. A necessidade de rapidez e qualidade fez com que eles procurassem a Gráfica São José que aceitou o desafio e colocou o Guia no mercado.
Com experiência na impressão de outros guias para clientes de Goiás e Mato Grosso do Sul, aliada à visão empreendedora, fez com que Maria José propusesse uma parceria ao trio para a edição do Guia 2008. Fabiano e Carlos aceitaram. Era um recomeço para os meninos e uma nova empreitada para a empresária.
Maria José sabia que produzir um Guia Comercial nos moldes propostos era bem mais estressante do que construir uma casa. “Você começa o negócio do alicerce e depois cada anúncio é um tijolinho”, afirma. Segundo a empresária, ela sabia que muita gente abandona a construção no meio do caminho por isso quando entrou no projeto colocou a alma, a gráfica e nome dela no empreendimento.
Hoje comemora a edição do Guia que já está pronto com 590 páginas e 40 mil exemplares, devidamente numerados e auditados serão colocados no mercado. Nada mal para quem esperava um trabalho com 200 páginas e teve apenas 5 meses para trabalhar.
Os três meninos
A história de Fabiano de Paula Morais, Carlos Eduardo Loss e Victor Heli Vaz Araújo poderia ser comparada à história dos meninos do Google a empresa que superou a gigante Microsoft em faturamento ou, se voltarmos ao velho testamento, à história de David contra Golias. Eles dispensam qualquer comparação, mas sabem que estão escrevendo uma história de pequenos que somaram força para ganhar o mercado.
“A partir de uma idéia já existente, desenvolvemos o projeto e conseguimos no primeiro ano 3.000 anúncios. Eram pequenos anúncios de (R$ 28,00) e outros grandes, mais caros”, explica Eduardo Loss, não se esquecendo do apoio da empresária Maria José Rodrigues da Silva.
“A intenção era explorar um mercado que não era bem explorado. Nós queríamos fazer uma revolução: lançar uma mídia impressa excelente dentro do propósito de ser o elo perfeito entre a empresa e o consumidor”, arremata Fabiano. Conforme o jovem empresário, no Guia Comercial 2008, qualquer pessoa vai encontrar o que procura (empresa, produto ou serviço) o mais rápido possível, com qualidade insuperável.
A proposta surgiu da constatação de as pessoas reclamavam da dificuldade de encontrar o que procuravam nas listas existentes. “Então decidimos propor uma busca mais rápida, prática e simples, anúncios e papel de qualidade”, revela Eduardo.
Apesar da pouca experiência, os rapazes foram capazes de sentir uma necessidade do mercado. “Dava para enxergar que não havia um Guia Comercial no mercado de Uberaba. Tinha uma publicação da operadora telefônica que a aproveitava para vender anúncio. Não tinha uma lista comercial. Então, o Guia surgiu da ausência de um produto do gênero em Uberaba”, diz Fabiano.
Parceria firmada, o Guia Comercial Uberaba 2008 ganhou as ruas, mas a dimensão do projeto foi aumentando a cada dia. Neste momento, voltou a entrar em cena a visão empresarial de Maria José. “Eu senti que era necessário um diretor comercial.
Encontrei-me com o Olacir Humberto Cunha no evento em que recebi o prêmio da Aciu. Aproveitei para convidá-lo para participar da equipe. Coube a ele, difundir a grandiosidade do projeto. Mostrar que o Guia Comercial 2008 tinha a parceria de uma empresa premiada, com uma grande carteira de clientes. A estrutura da gráfica São José e o engajamento do Olacir foi fundamental para chegarmos onde chegamos”, revela.
“Com o Olacir o nosso projeto ganhou representação comercial. Ele treinou nosso pessoal, somou os contatos dele aos nossos e fortaleceu o Guia de tal forma que conseguimos colocar nele desde as micro e pequenas às maiores e melhores empresas de Uberaba”, completa.
Desafio para o guru
Professor, homem ligado ao marketing e à motivação profissional, Olacir Humberto Cunha teve pela frente um grande desafio: formar uma equipe de vendas. Não é segredo para ninguém que a falta de profissionais especializados e experientes é uma das carências do mercado uberabense. Então, coube a ele formar e, acima de tudo, motivar estes profissionais. Mas o trabalho foi árduo e somente os fortes sobreviveram: de 100 recrutados, onze integraram a equipe de vendas do Guia Comercial Uberaba 2008.
Equipe de vendas formada, o Guia precisava de algo mais. Afinal, o que estava sendo vendido, apresentado ao clientes, era um projeto. Era hora de investir em marketing. “Nós investimos pesado em mídia. Televisão, rádio, outdoor, revista...”, lembra Eduardo Loss. Maria José ressalta o sucesso do Fiat Doblô plotado com a arte do Guia Comercial Uberaba. Fabiano revela a escolha de horário nobres da TV, como o programa Big Brother para a exibição do comercial do Guia.
Com a experiência de quem já trabalhou com outros produtos do gênero, a empresária Maria José sabe que ainda não é tempo de colheita farta. Ao ser questionada sobre o sucesso financeiro do Guia ela lembra que ao entregar cada exemplar é como se entregassem uma nota de R$ 10 reais a casa empresa ou cidadão que vai recebê-lo e seria utopia dizer que o produto cobriu os gastos de produção, mas trata-se de um grande investimento. “Um investimento porque cumprimos o prazo de entrega, as publicidades ficaram bem feitas e não tem porque esses clientes não serem multiplicados a cada ano. Quem comprou um pequeno anúncio no primeiro ano e viu a autenticidade do produto, vai comprar meia página no ano seguinte”, arremata.
Ela exemplifica lembrando caso de cliente que tinha intenção de investir 2 mil reais e investiu apenas R$ 90,00 porque não pode ver o projeto executado. Com o Guia nas mãos ela garante “a idéia veio para ficar e quem não anunciou em 2008 perdeu porque o guia 40 mil exemplares vai ficar 365 dias dentro de cada empresa ou residência indicando 5.000 empresas e uma delas pode ser a concorrente de quem não está na lista”.
Lâmina de letra
O grande diferencial do Guia Comercial Uberaba 2008 está em um recurso utilizado nas agendas de endereços ou telefones a chamada lâmina de letra. Ele permite ao usuário encontrar rapidamente o que procura. Além disso, o produto foi todo confeccionado em papel cuchê o que garante durabilidade, cor e beleza aos anúncios que não são simples anúncios e sim um retrato de tudo que as empresas anunciantes oferecem.
(sugestão para Diagramação – texto ao lado de foto com a lâmina de letras do Guia)
Ficha técnica:
Números
5.000 anúncios
590 páginas.
40.000 exemplares
Quem vai receber
Residências das classes a, b e c
Empresas do comércio e indústria, incluindo todos os hotéis e motéis da cidade
Estabelecimentos comerciais das avenidas centrais dos bairros mais distantes
Prédios, condomínios
Auditoria
Além de ser um projeto grandioso, e que vai deixar todo tipo de veículo de mídia impressa do gênero para traz porque não tem nenhum com essa qualidade em Uberaba. O Guia Comercial 2008 tem credibilidade a toda prova porque está saindo exatamente como combinado com o cliente. A edição será auditada pelo Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e cada exemplar - do nº 00001 ao 40000 - é numerado. A primeira etapa de distribuição ocorreu no dia 26 de abril e a segunda acontece até o dia 5 de maio.
Na primeira distribuição com .... exemplares uma carreta carregada com os guias circulou pelas principais ruas da cidade.
Box
Do BackRub ao Google
O pequeno virou gigante
A história do Google é uma história de pequenos empreendimentos que ganharam dimensão nunca imaginada. Começou 1995 com a criação de um sistema chamado BackRub, criado na Universidade de Stanford por dois estudantes de doutorado de ciência da computação: Sergey Brin, russo, 23 anos e Larry Page, americano, 24 anos. O BackRub ganhou alguns aperfeiçoamentos e em 1998 virou Google e a Google Inc. foi fundada.
Quando isso aconteceu, a equipe da empresa saiu da Universidade de Stanford (os rapazes mantinham os computadores que rodavam o Google em seus dormitórios) e foi para a casa de uma amiga dos fundadores do Google.
À medida que a empresa crescia uma série de pessoas se juntavam ao Google, entre elas o CEO Eric. E. Schmidt, que trabalhou na Novell e Sun Microsystems, Wayne Rosing, presidente de engenharia, que trabalhou em importantes empresas de tecnologia, como a Sun Microsystems e a Apple, e Urs Hölzle, professor da Universidade da Califórnia que trabalhou no desenvolvimento de compiladores para Smalltalk e Java.
O nome Google, cuja pronúncia em português é "gugol", é um trocadilho com o termo Googol, nome usado pelo matemático Milton Sirotta para representar o número 1 seguido de 100 zeros (ou 10 elevado a 100). Segundo o Google, esse nome foi escolhido pra refletir a missão da empresa: a de organizar a enorme quantidade de informações disponíveis na Internet.
Mestre encara desafio e comprova teorias
Olacir aparece à esquerda em foto tirada na década de 70 quando atuava no Departamento de Comércio Exterior da Brazil Selling
Foto - Reprodução
Apontado como o guru do Guia Comercial Uberaba, o professor e profissional de marketing, Olacir Humberto Cunha não tem dúvida em afirmar que a grandiosidade do projeto fez com que ele não pensasse duas vezes para integrar a equipe do Guia Comercial Uberaba 2008. Olacir ressalta ainda o senso empreendedor de Fabiano Morais e Carlos Eduardo Loss.
Mas, além disso, o mestre queria satisfazer um desejo pessoal: “mostrar que os conhecimentos que, há mais de 30 anos, transmito em minhas conferências, palestras e treinamentos através do Brasil, não são mera teoria e sim angariados ao longo de minha vida profissional. Especialmente, nos anos de 1974, 75, 76, até março de 1977, na cidade de São Paulo, onde atuei no Brazil Selling – Departamento de Comércio Exterior, colaborando com a promoção dos produtos brasileiros destinados à exportação em 186 países e territórios. Basicamente, a divisão territorial do mundo naquela”.
Motivador nato, Olacir credita o sucesso do projeto ao trabalho de toda a equipe. “Com garra, determinação e resiliência (resistência ao choque) eles conseguiram superar os percalços de todo novo empreendimento”, afirma. Mas o trabalho não foi apenas o de mexer com a capacidade das pessoas em acreditarem no produto. “Quando cheguei, é claro, o primeiro ato foi conhecer o terreno. Através de um diagnóstico, fizemos esse reconhecimento, levantamos as necessidades e procuramos aplicar e executar as ações que o momento exigia”, conta.
Ele frisa que na na equipe de vendas da época, em alguns, os valores já existiam, porém, estavam latentes. O que precisa trazê-los à tona. “Para isso foi necessário realizar um trabalho de integração, treiná-los, motivá-los e fazê-los sentir no fundo da alma, a grandiosidade do Projeto e as imensuráveis potencialidades que cada um trazia dentro de si”, conclui.
Mas não foi só integração, treino, motivação. A equipe de vendedores logo ficou sabendo que para que as metas se concretizassem, dia-a-dia, semana a semana, mês a mês era necessário disciplina. Aqueles que não se enquadraram à nova filosofia foram dispensados e novos processos de seleção realizados.
O trabalho vitorioso ainda exigiu acompanhamento integral, cobrança, diálogo e correções de rota. “Por esta conquista, o mérito é de toda equipe que, com competência, garra e determinação tornaram realidade o Projeto e agora oferecem este extraordinário produto, um verdadeiro presente, à comunidade uberabense”, conclui.
Publicado na revista Perfil Empresarial
O fenômeno editorial e comercial do ano
Por Waldemar Filmiano Neto
Frases:
Maria José
“Sempre fiz questão de ter meu cliente 101% satisfeito”
“Nos últimos sete anos eu suei sangue para me auto-afirmar como profissional”
“A idéia veio para ficar e quem não anunciou perdeu...”
Fabiano
“O Guia surgiu da ausência de um produto do gênero em Uberaba”
Carlos Eduardo Loss
“Busca mais rápida, prática e simples, anúncios e papel de qualidade”
Que cada história tem começo meio e fim todo mundo sabe. Mas a história da empresária Maria José Rodrigues da Silva é diferente. Tem tudo isso e muito mais: recomeço.
Zezé, para os mais íntimos, é apontada como a grande responsável pelo sucesso do recém-lançado Guia Comercial Uberaba 2008, o fenômeno editorial do ano.
Falando sobre sua trajetória profissional, ela lembra os 18 anos de trabalho no ramo gráfico. “Fui sócia em uma outra empresa onde trabalhei 11 anos, mas em 2001, em virtude da separação, tive que recomeçar do zero. Só com a experiência e a vontade de trabalhar”, lembra.
A receita do sucesso foi simples: ela sempre apostou na satisfação total do cliente. “Eu nunca me foquei em volume, quantidade e lucratividade, mas sempre fiz questão de ter meu cliente 101% satisfeito”, afirma. Assim, a Gráfica São José apostou na qualidade desde o atendimento até a entrega do produto. E se por um lado faltava dinheiro para grandes investimentos, por outro, não faltou à empresária senso para descobrir que em grandes empreendimentos logística é fundamental.
Se a gráfica São José não tinha condição de executar um serviço, em quantidade e no espaço de tempo desejado, ela apostou nas parcerias como alternativa. “Há dois anos eu tirava leite de pedra. Não tinha tecnologia nenhuma. Minha máquina velha vivia quebrando . Pegava trabalho para rodar e não sabia quando ia terminar, mas o trabalho supera tudo”, lembra, revelando que hoje tem entre seus parceiros o maior Parque Gráfico da Parque Gráfico da América Latina.
O retorno não demorou a aparecer. Graças ao atendimento com excelência aos clientes, a Gráfica São José ganhou mercado e investiu em máquinas e profissionais qualificados.
O trabalho rendeu homenagens à empresária. No ano passado, Maria José recebeu o Troféu Antônio Carlos Guillaumon, outorgado pela Associação Comercial e Industrial de Uberaba (Aciu), como Empresa Destaque. O trabalho de Maria José foi igualmente reconhecido pela Associação das Mulheres de Negócio e Profissionais de Uberaba (BPW), eleita “Empresária Destaque 2007”.
A receita para o sucesso ela tem na ponta da língua: “nos últimos sete anos eu suei sangue para me auto-afirmar como profissional. Isso não é fácil quando não se tem dinheiro, mas não é impossível”.
Mas o caminho da empresária premiada iria se cruzar com o caminho de três meninos recém-formados. O encontro possibilitou a edição do Guia Comercial Uberaba 2008.
Com o Guia 2007 praticamente pronto, Fabiano de Paula Morais, Carlos Eduardo Loss e Victor Heli Vaz Araújo precisavam honrar o compromisso com os cerca de 3.000 clientes e entregar o produto de acordo com o cronograma estabelecido. A necessidade de rapidez e qualidade fez com que eles procurassem a Gráfica São José que aceitou o desafio e colocou o Guia no mercado.
Com experiência na impressão de outros guias para clientes de Goiás e Mato Grosso do Sul, aliada à visão empreendedora, fez com que Maria José propusesse uma parceria ao trio para a edição do Guia 2008. Fabiano e Carlos aceitaram. Era um recomeço para os meninos e uma nova empreitada para a empresária.
Maria José sabia que produzir um Guia Comercial nos moldes propostos era bem mais estressante do que construir uma casa. “Você começa o negócio do alicerce e depois cada anúncio é um tijolinho”, afirma. Segundo a empresária, ela sabia que muita gente abandona a construção no meio do caminho por isso quando entrou no projeto colocou a alma, a gráfica e nome dela no empreendimento.
Hoje comemora a edição do Guia que já está pronto com 590 páginas e 40 mil exemplares, devidamente numerados e auditados serão colocados no mercado. Nada mal para quem esperava um trabalho com 200 páginas e teve apenas 5 meses para trabalhar.
Os três meninos
A história de Fabiano de Paula Morais, Carlos Eduardo Loss e Victor Heli Vaz Araújo poderia ser comparada à história dos meninos do Google a empresa que superou a gigante Microsoft em faturamento ou, se voltarmos ao velho testamento, à história de David contra Golias. Eles dispensam qualquer comparação, mas sabem que estão escrevendo uma história de pequenos que somaram força para ganhar o mercado.
“A partir de uma idéia já existente, desenvolvemos o projeto e conseguimos no primeiro ano 3.000 anúncios. Eram pequenos anúncios de (R$ 28,00) e outros grandes, mais caros”, explica Eduardo Loss, não se esquecendo do apoio da empresária Maria José Rodrigues da Silva.
“A intenção era explorar um mercado que não era bem explorado. Nós queríamos fazer uma revolução: lançar uma mídia impressa excelente dentro do propósito de ser o elo perfeito entre a empresa e o consumidor”, arremata Fabiano. Conforme o jovem empresário, no Guia Comercial 2008, qualquer pessoa vai encontrar o que procura (empresa, produto ou serviço) o mais rápido possível, com qualidade insuperável.
A proposta surgiu da constatação de as pessoas reclamavam da dificuldade de encontrar o que procuravam nas listas existentes. “Então decidimos propor uma busca mais rápida, prática e simples, anúncios e papel de qualidade”, revela Eduardo.
Apesar da pouca experiência, os rapazes foram capazes de sentir uma necessidade do mercado. “Dava para enxergar que não havia um Guia Comercial no mercado de Uberaba. Tinha uma publicação da operadora telefônica que a aproveitava para vender anúncio. Não tinha uma lista comercial. Então, o Guia surgiu da ausência de um produto do gênero em Uberaba”, diz Fabiano.
Parceria firmada, o Guia Comercial Uberaba 2008 ganhou as ruas, mas a dimensão do projeto foi aumentando a cada dia. Neste momento, voltou a entrar em cena a visão empresarial de Maria José. “Eu senti que era necessário um diretor comercial.
Encontrei-me com o Olacir Humberto Cunha no evento em que recebi o prêmio da Aciu. Aproveitei para convidá-lo para participar da equipe. Coube a ele, difundir a grandiosidade do projeto. Mostrar que o Guia Comercial 2008 tinha a parceria de uma empresa premiada, com uma grande carteira de clientes. A estrutura da gráfica São José e o engajamento do Olacir foi fundamental para chegarmos onde chegamos”, revela.
“Com o Olacir o nosso projeto ganhou representação comercial. Ele treinou nosso pessoal, somou os contatos dele aos nossos e fortaleceu o Guia de tal forma que conseguimos colocar nele desde as micro e pequenas às maiores e melhores empresas de Uberaba”, completa.
Desafio para o guru
Professor, homem ligado ao marketing e à motivação profissional, Olacir Humberto Cunha teve pela frente um grande desafio: formar uma equipe de vendas. Não é segredo para ninguém que a falta de profissionais especializados e experientes é uma das carências do mercado uberabense. Então, coube a ele formar e, acima de tudo, motivar estes profissionais. Mas o trabalho foi árduo e somente os fortes sobreviveram: de 100 recrutados, onze integraram a equipe de vendas do Guia Comercial Uberaba 2008.
Equipe de vendas formada, o Guia precisava de algo mais. Afinal, o que estava sendo vendido, apresentado ao clientes, era um projeto. Era hora de investir em marketing. “Nós investimos pesado em mídia. Televisão, rádio, outdoor, revista...”, lembra Eduardo Loss. Maria José ressalta o sucesso do Fiat Doblô plotado com a arte do Guia Comercial Uberaba. Fabiano revela a escolha de horário nobres da TV, como o programa Big Brother para a exibição do comercial do Guia.
Com a experiência de quem já trabalhou com outros produtos do gênero, a empresária Maria José sabe que ainda não é tempo de colheita farta. Ao ser questionada sobre o sucesso financeiro do Guia ela lembra que ao entregar cada exemplar é como se entregassem uma nota de R$ 10 reais a casa empresa ou cidadão que vai recebê-lo e seria utopia dizer que o produto cobriu os gastos de produção, mas trata-se de um grande investimento. “Um investimento porque cumprimos o prazo de entrega, as publicidades ficaram bem feitas e não tem porque esses clientes não serem multiplicados a cada ano. Quem comprou um pequeno anúncio no primeiro ano e viu a autenticidade do produto, vai comprar meia página no ano seguinte”, arremata.
Ela exemplifica lembrando caso de cliente que tinha intenção de investir 2 mil reais e investiu apenas R$ 90,00 porque não pode ver o projeto executado. Com o Guia nas mãos ela garante “a idéia veio para ficar e quem não anunciou em 2008 perdeu porque o guia 40 mil exemplares vai ficar 365 dias dentro de cada empresa ou residência indicando 5.000 empresas e uma delas pode ser a concorrente de quem não está na lista”.
Lâmina de letra
O grande diferencial do Guia Comercial Uberaba 2008 está em um recurso utilizado nas agendas de endereços ou telefones a chamada lâmina de letra. Ele permite ao usuário encontrar rapidamente o que procura. Além disso, o produto foi todo confeccionado em papel cuchê o que garante durabilidade, cor e beleza aos anúncios que não são simples anúncios e sim um retrato de tudo que as empresas anunciantes oferecem.
(sugestão para Diagramação – texto ao lado de foto com a lâmina de letras do Guia)
Ficha técnica:
Números
5.000 anúncios
590 páginas.
40.000 exemplares
Quem vai receber
Residências das classes a, b e c
Empresas do comércio e indústria, incluindo todos os hotéis e motéis da cidade
Estabelecimentos comerciais das avenidas centrais dos bairros mais distantes
Prédios, condomínios
Auditoria
Além de ser um projeto grandioso, e que vai deixar todo tipo de veículo de mídia impressa do gênero para traz porque não tem nenhum com essa qualidade em Uberaba. O Guia Comercial 2008 tem credibilidade a toda prova porque está saindo exatamente como combinado com o cliente. A edição será auditada pelo Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e cada exemplar - do nº 00001 ao 40000 - é numerado. A primeira etapa de distribuição ocorreu no dia 26 de abril e a segunda acontece até o dia 5 de maio.
Na primeira distribuição com .... exemplares uma carreta carregada com os guias circulou pelas principais ruas da cidade.
Box
Do BackRub ao Google
O pequeno virou gigante
A história do Google é uma história de pequenos empreendimentos que ganharam dimensão nunca imaginada. Começou 1995 com a criação de um sistema chamado BackRub, criado na Universidade de Stanford por dois estudantes de doutorado de ciência da computação: Sergey Brin, russo, 23 anos e Larry Page, americano, 24 anos. O BackRub ganhou alguns aperfeiçoamentos e em 1998 virou Google e a Google Inc. foi fundada.
Quando isso aconteceu, a equipe da empresa saiu da Universidade de Stanford (os rapazes mantinham os computadores que rodavam o Google em seus dormitórios) e foi para a casa de uma amiga dos fundadores do Google.
À medida que a empresa crescia uma série de pessoas se juntavam ao Google, entre elas o CEO Eric. E. Schmidt, que trabalhou na Novell e Sun Microsystems, Wayne Rosing, presidente de engenharia, que trabalhou em importantes empresas de tecnologia, como a Sun Microsystems e a Apple, e Urs Hölzle, professor da Universidade da Califórnia que trabalhou no desenvolvimento de compiladores para Smalltalk e Java.
O nome Google, cuja pronúncia em português é "gugol", é um trocadilho com o termo Googol, nome usado pelo matemático Milton Sirotta para representar o número 1 seguido de 100 zeros (ou 10 elevado a 100). Segundo o Google, esse nome foi escolhido pra refletir a missão da empresa: a de organizar a enorme quantidade de informações disponíveis na Internet.
Mestre encara desafio e comprova teorias
Olacir aparece à esquerda em foto tirada na década de 70 quando atuava no Departamento de Comércio Exterior da Brazil Selling
Foto - Reprodução
Apontado como o guru do Guia Comercial Uberaba, o professor e profissional de marketing, Olacir Humberto Cunha não tem dúvida em afirmar que a grandiosidade do projeto fez com que ele não pensasse duas vezes para integrar a equipe do Guia Comercial Uberaba 2008. Olacir ressalta ainda o senso empreendedor de Fabiano Morais e Carlos Eduardo Loss.
Mas, além disso, o mestre queria satisfazer um desejo pessoal: “mostrar que os conhecimentos que, há mais de 30 anos, transmito em minhas conferências, palestras e treinamentos através do Brasil, não são mera teoria e sim angariados ao longo de minha vida profissional. Especialmente, nos anos de 1974, 75, 76, até março de 1977, na cidade de São Paulo, onde atuei no Brazil Selling – Departamento de Comércio Exterior, colaborando com a promoção dos produtos brasileiros destinados à exportação em 186 países e territórios. Basicamente, a divisão territorial do mundo naquela”.
Motivador nato, Olacir credita o sucesso do projeto ao trabalho de toda a equipe. “Com garra, determinação e resiliência (resistência ao choque) eles conseguiram superar os percalços de todo novo empreendimento”, afirma. Mas o trabalho não foi apenas o de mexer com a capacidade das pessoas em acreditarem no produto. “Quando cheguei, é claro, o primeiro ato foi conhecer o terreno. Através de um diagnóstico, fizemos esse reconhecimento, levantamos as necessidades e procuramos aplicar e executar as ações que o momento exigia”, conta.
Ele frisa que na na equipe de vendas da época, em alguns, os valores já existiam, porém, estavam latentes. O que precisa trazê-los à tona. “Para isso foi necessário realizar um trabalho de integração, treiná-los, motivá-los e fazê-los sentir no fundo da alma, a grandiosidade do Projeto e as imensuráveis potencialidades que cada um trazia dentro de si”, conclui.
Mas não foi só integração, treino, motivação. A equipe de vendedores logo ficou sabendo que para que as metas se concretizassem, dia-a-dia, semana a semana, mês a mês era necessário disciplina. Aqueles que não se enquadraram à nova filosofia foram dispensados e novos processos de seleção realizados.
O trabalho vitorioso ainda exigiu acompanhamento integral, cobrança, diálogo e correções de rota. “Por esta conquista, o mérito é de toda equipe que, com competência, garra e determinação tornaram realidade o Projeto e agora oferecem este extraordinário produto, um verdadeiro presente, à comunidade uberabense”, conclui.
Publicado na revista Perfil Empresarial
Ex-padre disputa provas de enduro
Hobby
Radical: Batina, negócios e adrenalina
Empresário foge do estresse em provas de enduro
Olhos:
“Atendi a confissões em meio a trilhas”
Filmiano Neto
O hoje empresário do setor gráfico Célio Geraldo Pinto ordenou-se padre em 1994, em Uberaba-MG. Natural de Itajubá-MG, ele trabalhou em Planura-MG e Conceição das Alagoas-MG, voltou à cidade logo depois como reitor do Seminário São José, mas acabou destacado para ajudar o padre Levi em Sacramento-MG. Ali nasceu a paixão pelo enduro, mas o amor pela motos antecedia o Seminário.
De lá para cá, Célio deixou a batina, casou-se, teve um filho, mas não abandou sua paixão.
Trilheiro de longa data, ele conta os dias para comprar uma nova moto e voltar às competições regionais e nacionais. É que nos últimos dois anos o empresário esteve vetado pelo departamento médico, devido a um acidente que lhe rendeu duas fraturas nas vértebras lombar 1 e 2 e lhe custou mais de um ano de sessões de fisioterapia.
Para Célio, o esporte radical funciona como uma válvula de escape depois de uma semana dura de trabalho. “Durante as provas você fica 5 horas trilhando, olhando para a planilha, fazendo cálculos, desliga-se do mundo”, revela. Ele também destaca o ambiente saudável, o contato com a natureza, companheirismo e valorização do ser humano.
“Não há como não afirmar a existência de Deus quando se contempla uma cachoeira, uma mata. Quando fui pela primeira vez na nascente do Rio São Francisco, não me contive. Quando percebi, em meio a lama e o barro estava rezando e abençoando as motos que nos conduziram até aquela grande manifestação do amor de Deus através da natureza”, revela em texto publicado em site especializado em enduro.Aliás, quando vestia e depois de deixar a batina, Célio ganhou destaque em diversas revistas especializadas.
O ex-padre revela que a paixão pelas motos antecedeu à ordenação. Eu tinha uma Honda CBE 450 quando me ordenei, mas a paixão pelo enduro começou mesmo em Sacramento. Foi lá que conheci o Neto (mecânico), o Robinson, o Danilo (dentista) e o José Geraldo (médico) velhos companheiros de trilhas e competições.
“Sacramento está no início da Serra da Canastra. É um lugar maravilhoso para quem gosta de andar de moto. Tem cachoeiras, muito verde, pedras e condições ideais para trilhas. Deus olhou aquele lugar com muito carinho”, revela.
Atraído por tudo isso e incentivado pelos amigos, Célio decidiu comprar uma Yamaha DT 180 cc. Apreendeu a fazer trilhas e desincumbido de ajudar o padre Levi voltou a dedicar-se apenas ao seminário.
Célio então passou a aproveitar os sábados livres para pilotar. Em 1998, já com uma moto melhor, embora procurasse colocar o sacerdócio em primeiro lugar começou a participar de competições regionais e nacionais. “Enduro, trilha, natureza não tem coisa mais saudável. Como padre eu exerci as duas coisas sem uma atrapalhar a outra. Atendi a confissões em meio a trilhas. Às vezes um colega estava com problema e pedia conselho. O pessoal via o fato de um padre disputar um enduro não de forma pejorativa, pelo contrário, todo começo de prova a gente rezava, reuníamos ali de 200 a 300 pilotos”, lembra. A maior dificuldade mesmo era conseguir um substituto quando as provas eram mais longe e exigiam viagens. Nesse caso, o irmão Marcelo, também padre, era o salvador da pátria. “Se tinha prova no domingo, eu ia e ele ficava”, conta lembrando que o irmão continua no Sacerdócio e hoje mora na Suíça.
Conquistas. Em 2002, último ano em que exerceu o sacerdócio, Célio disputou o enduro da Independência, saindo de Ubatuba em São Paulo e indo até Belo Horizonte. A falta de experiência neste tipo de competição não impediu que Célio ficasse na 25ª posição em sua categoria na disputa com outros 180 pilotos.
Na mesma competição, em 2005, ele obteve o 18o. lugar, depois de 4 dias de provas, ficando na 5a. posição na etapa de São João Del Rey a Ouro Preto. Também em 2005, Célio ficou em 5o. lugar no Campeonato do Cerrado, que reúne provas em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal, e conseguiu boas classificações em competições isoladas.
Drama. Um descuido teria provocado o acidente que tirou Célio das provas de enduro nos últimos dois anos. Ele participava do Campeonato do Cerrado em Araxá e faltavam apenas 2km para o fim do enduro quando um erro de cálculo fez com que perdesse o controle da moto e ao tentar evitar que ela fosse ao solo, bateu com as costas em um barranco.
Mesmo sentido que o acidente era sério, o empresário retirou a água do carburador da moto – ela havia caído em um riacho - e pilotou até Araxá, onde já chegou “travado”. Mesmo assim, ele colocou a motocicleta em uma caminhonete e veio dirigindo até o Hospital São Domingos em Uberaba. “De Ponte Alta para cá eu já ao conseguia passar marcha, engatei terceira e vim”, lembra.
Os exames constataram fraturas em duas vértebras, a dificuldade de locomoção perdurou por cerca de um mês e depois o problema foi resolvido com fisioterapia, mas só agora, cerca de 2 anos depois, Célio está liberado para voltar às trilhas.
Equipamentos. O enduro não é um esporte barato. Hoje uma moto importada, 100% off -road, como a KPM, custa cerca de 35 mil reais, mas existem opções nacionais mais em conta e outras importadas, mas montadas no Brasil. É o caso da Suzuki DR 400 cc, que pesa pouco mais de 100 quilos, a preferida Célio embora ele aponte ter tido outra moto mais possante, uma Honda CE 250 cc.
Para os iniciantes ficam opções das motos nacionais adaptadas como a Tornado da Honda que sai em torno de R$ 10 mil e TTR da Yamaha.
Além disso, os trilheiros também têm que investir em equipamentos de segurança como luvas, coletes, capacetes, botas e macacão. Juntos, bons equipamentos, não saem por menos de R$ 3.000,00.
Nova geração. Célio revela também a existência de uma nova geração de pilotos em Uberaba. No caso dele, o filho de 6 anos já tem uma moto de 110 cc e está apreendendo a fazer trilha. Ele cita outras cinco crianças que surgem como promessas para o esporte em Uberaba.
Publicado na revista Perfil Empresarial
Radical: Batina, negócios e adrenalina
Empresário foge do estresse em provas de enduro
Olhos:
“Atendi a confissões em meio a trilhas”
Filmiano Neto
O hoje empresário do setor gráfico Célio Geraldo Pinto ordenou-se padre em 1994, em Uberaba-MG. Natural de Itajubá-MG, ele trabalhou em Planura-MG e Conceição das Alagoas-MG, voltou à cidade logo depois como reitor do Seminário São José, mas acabou destacado para ajudar o padre Levi em Sacramento-MG. Ali nasceu a paixão pelo enduro, mas o amor pela motos antecedia o Seminário.
De lá para cá, Célio deixou a batina, casou-se, teve um filho, mas não abandou sua paixão.
Trilheiro de longa data, ele conta os dias para comprar uma nova moto e voltar às competições regionais e nacionais. É que nos últimos dois anos o empresário esteve vetado pelo departamento médico, devido a um acidente que lhe rendeu duas fraturas nas vértebras lombar 1 e 2 e lhe custou mais de um ano de sessões de fisioterapia.
Para Célio, o esporte radical funciona como uma válvula de escape depois de uma semana dura de trabalho. “Durante as provas você fica 5 horas trilhando, olhando para a planilha, fazendo cálculos, desliga-se do mundo”, revela. Ele também destaca o ambiente saudável, o contato com a natureza, companheirismo e valorização do ser humano.
“Não há como não afirmar a existência de Deus quando se contempla uma cachoeira, uma mata. Quando fui pela primeira vez na nascente do Rio São Francisco, não me contive. Quando percebi, em meio a lama e o barro estava rezando e abençoando as motos que nos conduziram até aquela grande manifestação do amor de Deus através da natureza”, revela em texto publicado em site especializado em enduro.Aliás, quando vestia e depois de deixar a batina, Célio ganhou destaque em diversas revistas especializadas.
O ex-padre revela que a paixão pelas motos antecedeu à ordenação. Eu tinha uma Honda CBE 450 quando me ordenei, mas a paixão pelo enduro começou mesmo em Sacramento. Foi lá que conheci o Neto (mecânico), o Robinson, o Danilo (dentista) e o José Geraldo (médico) velhos companheiros de trilhas e competições.
“Sacramento está no início da Serra da Canastra. É um lugar maravilhoso para quem gosta de andar de moto. Tem cachoeiras, muito verde, pedras e condições ideais para trilhas. Deus olhou aquele lugar com muito carinho”, revela.
Atraído por tudo isso e incentivado pelos amigos, Célio decidiu comprar uma Yamaha DT 180 cc. Apreendeu a fazer trilhas e desincumbido de ajudar o padre Levi voltou a dedicar-se apenas ao seminário.
Célio então passou a aproveitar os sábados livres para pilotar. Em 1998, já com uma moto melhor, embora procurasse colocar o sacerdócio em primeiro lugar começou a participar de competições regionais e nacionais. “Enduro, trilha, natureza não tem coisa mais saudável. Como padre eu exerci as duas coisas sem uma atrapalhar a outra. Atendi a confissões em meio a trilhas. Às vezes um colega estava com problema e pedia conselho. O pessoal via o fato de um padre disputar um enduro não de forma pejorativa, pelo contrário, todo começo de prova a gente rezava, reuníamos ali de 200 a 300 pilotos”, lembra. A maior dificuldade mesmo era conseguir um substituto quando as provas eram mais longe e exigiam viagens. Nesse caso, o irmão Marcelo, também padre, era o salvador da pátria. “Se tinha prova no domingo, eu ia e ele ficava”, conta lembrando que o irmão continua no Sacerdócio e hoje mora na Suíça.
Conquistas. Em 2002, último ano em que exerceu o sacerdócio, Célio disputou o enduro da Independência, saindo de Ubatuba em São Paulo e indo até Belo Horizonte. A falta de experiência neste tipo de competição não impediu que Célio ficasse na 25ª posição em sua categoria na disputa com outros 180 pilotos.
Na mesma competição, em 2005, ele obteve o 18o. lugar, depois de 4 dias de provas, ficando na 5a. posição na etapa de São João Del Rey a Ouro Preto. Também em 2005, Célio ficou em 5o. lugar no Campeonato do Cerrado, que reúne provas em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal, e conseguiu boas classificações em competições isoladas.
Drama. Um descuido teria provocado o acidente que tirou Célio das provas de enduro nos últimos dois anos. Ele participava do Campeonato do Cerrado em Araxá e faltavam apenas 2km para o fim do enduro quando um erro de cálculo fez com que perdesse o controle da moto e ao tentar evitar que ela fosse ao solo, bateu com as costas em um barranco.
Mesmo sentido que o acidente era sério, o empresário retirou a água do carburador da moto – ela havia caído em um riacho - e pilotou até Araxá, onde já chegou “travado”. Mesmo assim, ele colocou a motocicleta em uma caminhonete e veio dirigindo até o Hospital São Domingos em Uberaba. “De Ponte Alta para cá eu já ao conseguia passar marcha, engatei terceira e vim”, lembra.
Os exames constataram fraturas em duas vértebras, a dificuldade de locomoção perdurou por cerca de um mês e depois o problema foi resolvido com fisioterapia, mas só agora, cerca de 2 anos depois, Célio está liberado para voltar às trilhas.
Equipamentos. O enduro não é um esporte barato. Hoje uma moto importada, 100% off -road, como a KPM, custa cerca de 35 mil reais, mas existem opções nacionais mais em conta e outras importadas, mas montadas no Brasil. É o caso da Suzuki DR 400 cc, que pesa pouco mais de 100 quilos, a preferida Célio embora ele aponte ter tido outra moto mais possante, uma Honda CE 250 cc.
Para os iniciantes ficam opções das motos nacionais adaptadas como a Tornado da Honda que sai em torno de R$ 10 mil e TTR da Yamaha.
Além disso, os trilheiros também têm que investir em equipamentos de segurança como luvas, coletes, capacetes, botas e macacão. Juntos, bons equipamentos, não saem por menos de R$ 3.000,00.
Nova geração. Célio revela também a existência de uma nova geração de pilotos em Uberaba. No caso dele, o filho de 6 anos já tem uma moto de 110 cc e está apreendendo a fazer trilha. Ele cita outras cinco crianças que surgem como promessas para o esporte em Uberaba.
Publicado na revista Perfil Empresarial
A história dos Foscarini
A saga da família Foscarini
Agricultores do Sul do país constróem história de sucesso em Uberaba
Leg.
Com a mandioca Sertaneja, os Foscarini abriram campo para um novo ramo
de negócio e já conquista clientes em grande parte do Estado de Minas
Gerais e o negócio não pára de crescer
A bolsa de arrendamento de terras criada em Uberaba pelo hoje secretário da Agricultura, José Humberto Guimarães, atraiu para a cidade em 1986 a família Foscarini. Na verdade, a princípio o interesse foi apenas do agricultor Waldevino Foscarini. Aqui, ele arrendou terras próximas à BR-050, região do Posto das Bandeiras e com ele vieram outras 15 famílias.
Durvalino Foscarini, irmão de Waldevino, veio trazer a mudança dos familiares e dos conterrâneos, mas também acabou se apaixonando pela região. Como a maioria dos agricultores do sul do País, eles dedicaram-se inicialmente à cultura de soja e milho, mas as intempéries do tempo e da economia, com uma sucessão de planos Cruzado, Bresser e Collor, aliado à necessidade de trazer os filhos para estudar na cidade, fizeram com Waldevino decidisse deixar a cultura de soja e milho.
Com isso ele que arrendava 450 hectares optou por uma área bem menor e outra cultura: a mandioca. Estava nascendo ali um dos empreendimentos mais bem sucedidos de Uberaba. Como o produto não tinha grande valor comercial decidiu buscar forma de torná-lo mais atraente e lucrativo. Surgiu então a idéia de limpar e vender o produto empacotado a vácuo como acontece com a mussarela.
O comércio e principalmente as donas-de-casa aprovaram a idéia. Logo Waldivino que entregava no máximo 6 caixas de mandioca por dia começou a entregar o dobro e a produção não parou crescer. Hoje são processadas 3,5 toneladas de mandioca/dia na fábrica situada no bairro de Lourdes.
Hoje a mandioca sertaneja é vendida em praticamente todos os supermercados de Uberaba, Uberlândia e Araxá. A produção chega também às cidades vizinhas, a municípios do norte de São Paulo e até Divinópolis no centro-oeste de Minas. A empresa no Bairro de Lourdes emprega 30 pessoas e os filhos de Foscarini que a exemplo dos negócios cresceram muito trabalham na empresa. Eli, a mais nova, fez administração de empresas e toca os negócios da família, ao lado do irmão Marco, estudante de direito.
A história de Durvalino não é muito diferente. Ele alugou terras na mesma região para produzir milho, soja e mandioca, mas decidiu ampliar o negócio. A exemplo do irmão, destinou boa parte de sua produção à mandioca amarela, conseguida no Instituto Agronômico de Campina (IAC) e considera-se o descobrir da variedade que conquistou o gosto dos consumidores de Uberaba e cidades da região.
Hoje ele chega a vender 6.500 caixas de mandioca, mas trabalha também com gado confinado e leiteiro e ainda montou um supermercado no Bairro de Lourdes onde emprega 11 funcionários, além dos familiares. Na lavoura são 14 empregos diretos e formais.
Durvalino é exemplo de trabalho bem sucedido no campo. Nas áreas agricultáveis ele planta milho, soja e mandioca. As de maior declive são destinadas à criação de gado. Além disso dá exemplo de agricultura sustentável: “nós preservamos todas as nascentes e temos cuidado especial com as curvas de nível”. Na produção de mandioca também tudo é aproveitado, o que não serve para cozinhar é vendido para fábricas de farinha.
Hoje os 42 varejões de Uberaba, costelarias e bares de Uberaba (o produto é usado nos caldos e servido com churrasco) têm algo em comum: mandioca produzida e embalada pela família Foscarini. “Hoje cada um tem seu negócio, mas continuamos unidos”, arremata.
Publicado na revista Perfil Empresarial
Agricultores do Sul do país constróem história de sucesso em Uberaba
Leg.
Com a mandioca Sertaneja, os Foscarini abriram campo para um novo ramo
de negócio e já conquista clientes em grande parte do Estado de Minas
Gerais e o negócio não pára de crescer
A bolsa de arrendamento de terras criada em Uberaba pelo hoje secretário da Agricultura, José Humberto Guimarães, atraiu para a cidade em 1986 a família Foscarini. Na verdade, a princípio o interesse foi apenas do agricultor Waldevino Foscarini. Aqui, ele arrendou terras próximas à BR-050, região do Posto das Bandeiras e com ele vieram outras 15 famílias.
Durvalino Foscarini, irmão de Waldevino, veio trazer a mudança dos familiares e dos conterrâneos, mas também acabou se apaixonando pela região. Como a maioria dos agricultores do sul do País, eles dedicaram-se inicialmente à cultura de soja e milho, mas as intempéries do tempo e da economia, com uma sucessão de planos Cruzado, Bresser e Collor, aliado à necessidade de trazer os filhos para estudar na cidade, fizeram com Waldevino decidisse deixar a cultura de soja e milho.
Com isso ele que arrendava 450 hectares optou por uma área bem menor e outra cultura: a mandioca. Estava nascendo ali um dos empreendimentos mais bem sucedidos de Uberaba. Como o produto não tinha grande valor comercial decidiu buscar forma de torná-lo mais atraente e lucrativo. Surgiu então a idéia de limpar e vender o produto empacotado a vácuo como acontece com a mussarela.
O comércio e principalmente as donas-de-casa aprovaram a idéia. Logo Waldivino que entregava no máximo 6 caixas de mandioca por dia começou a entregar o dobro e a produção não parou crescer. Hoje são processadas 3,5 toneladas de mandioca/dia na fábrica situada no bairro de Lourdes.
Hoje a mandioca sertaneja é vendida em praticamente todos os supermercados de Uberaba, Uberlândia e Araxá. A produção chega também às cidades vizinhas, a municípios do norte de São Paulo e até Divinópolis no centro-oeste de Minas. A empresa no Bairro de Lourdes emprega 30 pessoas e os filhos de Foscarini que a exemplo dos negócios cresceram muito trabalham na empresa. Eli, a mais nova, fez administração de empresas e toca os negócios da família, ao lado do irmão Marco, estudante de direito.
A história de Durvalino não é muito diferente. Ele alugou terras na mesma região para produzir milho, soja e mandioca, mas decidiu ampliar o negócio. A exemplo do irmão, destinou boa parte de sua produção à mandioca amarela, conseguida no Instituto Agronômico de Campina (IAC) e considera-se o descobrir da variedade que conquistou o gosto dos consumidores de Uberaba e cidades da região.
Hoje ele chega a vender 6.500 caixas de mandioca, mas trabalha também com gado confinado e leiteiro e ainda montou um supermercado no Bairro de Lourdes onde emprega 11 funcionários, além dos familiares. Na lavoura são 14 empregos diretos e formais.
Durvalino é exemplo de trabalho bem sucedido no campo. Nas áreas agricultáveis ele planta milho, soja e mandioca. As de maior declive são destinadas à criação de gado. Além disso dá exemplo de agricultura sustentável: “nós preservamos todas as nascentes e temos cuidado especial com as curvas de nível”. Na produção de mandioca também tudo é aproveitado, o que não serve para cozinhar é vendido para fábricas de farinha.
Hoje os 42 varejões de Uberaba, costelarias e bares de Uberaba (o produto é usado nos caldos e servido com churrasco) têm algo em comum: mandioca produzida e embalada pela família Foscarini. “Hoje cada um tem seu negócio, mas continuamos unidos”, arremata.
Publicado na revista Perfil Empresarial
A história da Casa Verde
De pai para filho
Verde da esperança e dos negócios
Dez em cada dez empresários bens sucedidos tem algo em comum: conquistaram o mercado apostando em um diferencial. Em se tratando de comércio destacar-se é importante e o senhor Cecílio João, em 1953, já sabia disso.
O comerciante de Conquista não teve dúvidas ao aconselhar o filho que acabara de montar loja na rua São Benedito em Uberaba e sentia a necessidade de fazer uma nova pintura no imóvel alugado. “Pinta de verde!” disse ao filho Cecílio João Júnior ou, simplesmente, Cecilinho. Na hora de dar nome à loja de presentes, o pai do empresário recém-estabelecido também não teve dúvida: “Coloque Casa Verde!”
Foi assim que nasceu uma das mais belas histórias do comércio de Uberaba, contada com lágrimas nos olhos por Cecilinho e acompanhada com um misto de amor, admiração e testemunho pela filha Andréa Hueb Cecílio.
Há 55 anos, Cecilinho acertou em cheio ao seguir os conselhos do pai. Ganhou destaque, referência no comércio. Naquela época, a rua São Benedito era a principal via de acesso do centro à rodoviária e vice-versa. As fachadas das lojas tinham, em sua maioria, cores claras como amarelo, branco e rosa. Assim, a Casa Verde passou a ser referência pela cor e pelo atendimento.
Quando inaugurou a Casa Verde, Cecilinho tinha 19 anos, mas a loja nunca deixou de ser uma empresa familiar. O pai o ajudava, quando viajava para fazer compras. “Ele estava fazendo muita força para que eu melhorasse na vida. Logo comprei um caixa e uma vitrine novos”, lembra. Os dois objetos ainda são guardados na Casa Verde que logo ganhou prédio próprio, na mesma rua.
A felicidade só não foi completa porque o pai de Cecilinho morreu antes da inauguração e frustou a intenção de serem vizinhos nos apartamentos construídos nos andares superiores do prédio onde hoje a loja está instalada.
Com o mercado conquistado, e muito trabalho, Cecílio casou-se com a professora de música Cristina Hueb Cecílio - ex-diretora do Conservatório Renato Frateschi. Vieram os filhos Laila, Andréa, Guilherme e Eduardo.
Cecílio Jr. não esconde que quando chegaram os meninos, logo pensou que eles seriam seus sucessores no comércio. Entretanto, para surpresa dele, Eduardo decidiu ingressar na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, formou-se e especializou-se em Ginecologia e Obstetrícia, mantendo consultório em Uberaba. Guilherme optou pela odontologia e hoje tem uma clínica em Goiânia. Laila casou-se bem nova e mudou para Carajás-PA.
Andréa casou-se mais tarde e mesmo depois dos filhos não desgrudou do pai. Hoje é a responsável pela compras da loja e quando não está viajando sempre bem humorada recebe os clientes da Casa Verde. Para ela, se o verde é a cor, o Cecilinho é a alma da Casa Verde. E no que depender da família Cecílio esta história está apenas começando.
Aposentada como professora e diretora do Conservatório de Música Renato Frateschi, Cristina Cecílio, está montando a sessão de decoração da Casa Verde junto com a filha Laila, que voltou à cidade e, depois de vários anos no Shopping Uberaba com lojas de presente e bijouteria, já está preparando para abrir lojas na rua Ituiutaba. Ela vai dedicar-se a venda de bijouterias e roupas indianas deixa escapar Cecilinho.
Colaboradores
Não é preciso mais do que cinco minutos para notar a valorização que Cecilinho dá a seus funcionários na Casa Verde. Ele lembra desde Zezinho, o primeiro funcionário, ao garoto Daschel, de 17 anos, o mais novo de casa. Na lista aparecem Vilma, Roberto e Gismar. Eles estão com 23, 29 e 23 anos de casa respectivamente. Norma, Beatriz, Gismar, Rodrigo e Maurício também trabalharam durante décadas na loja de presentes e alguns deles decidiram seguir o caminho do patrão, abrindo estabelecimentos comerciais na cidade.
Estratégias
João Cecílio Jr. sempre teve tino comercial para saber o que mais agradaria o cliente. Assim, no início investiu muito em peças de alumínio e louças que comprava em grande quantidade e fazia “queimas, atraindo milhares de clientes”. Mas não perdia ocasiões como o Natal para incrementar mais suas vendas. Assim, como não havia supermercados nas décadas de 50 e 60 ele trazia de São Paulo grandes quantidades de castanhas e uvas passas. O movimento era tão grande que ele contava com a ajuda do amigo Assiz Mansur (e família) para atendimento aos clientes.
Casa Pena
Desde criança Cecilinho sabia muito bem o que queria. Segundo ele, quando ia comprar alguma coisa para os pais na Casa Pena sempre pensava que queria ter uma loja como aquela - uma das mais tradicionais no ramo de ferramentas da cidade. Coisas da vida fizeram com que ele se dedicasse aos presentes, mas ele não se arrepende nem pouco por isso: “Eu sou louquinho por essa loja”.
Texto publicado na revista Perfil Empresarial
Verde da esperança e dos negócios
Dez em cada dez empresários bens sucedidos tem algo em comum: conquistaram o mercado apostando em um diferencial. Em se tratando de comércio destacar-se é importante e o senhor Cecílio João, em 1953, já sabia disso.
O comerciante de Conquista não teve dúvidas ao aconselhar o filho que acabara de montar loja na rua São Benedito em Uberaba e sentia a necessidade de fazer uma nova pintura no imóvel alugado. “Pinta de verde!” disse ao filho Cecílio João Júnior ou, simplesmente, Cecilinho. Na hora de dar nome à loja de presentes, o pai do empresário recém-estabelecido também não teve dúvida: “Coloque Casa Verde!”
Foi assim que nasceu uma das mais belas histórias do comércio de Uberaba, contada com lágrimas nos olhos por Cecilinho e acompanhada com um misto de amor, admiração e testemunho pela filha Andréa Hueb Cecílio.
Há 55 anos, Cecilinho acertou em cheio ao seguir os conselhos do pai. Ganhou destaque, referência no comércio. Naquela época, a rua São Benedito era a principal via de acesso do centro à rodoviária e vice-versa. As fachadas das lojas tinham, em sua maioria, cores claras como amarelo, branco e rosa. Assim, a Casa Verde passou a ser referência pela cor e pelo atendimento.
Quando inaugurou a Casa Verde, Cecilinho tinha 19 anos, mas a loja nunca deixou de ser uma empresa familiar. O pai o ajudava, quando viajava para fazer compras. “Ele estava fazendo muita força para que eu melhorasse na vida. Logo comprei um caixa e uma vitrine novos”, lembra. Os dois objetos ainda são guardados na Casa Verde que logo ganhou prédio próprio, na mesma rua.
A felicidade só não foi completa porque o pai de Cecilinho morreu antes da inauguração e frustou a intenção de serem vizinhos nos apartamentos construídos nos andares superiores do prédio onde hoje a loja está instalada.
Com o mercado conquistado, e muito trabalho, Cecílio casou-se com a professora de música Cristina Hueb Cecílio - ex-diretora do Conservatório Renato Frateschi. Vieram os filhos Laila, Andréa, Guilherme e Eduardo.
Cecílio Jr. não esconde que quando chegaram os meninos, logo pensou que eles seriam seus sucessores no comércio. Entretanto, para surpresa dele, Eduardo decidiu ingressar na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, formou-se e especializou-se em Ginecologia e Obstetrícia, mantendo consultório em Uberaba. Guilherme optou pela odontologia e hoje tem uma clínica em Goiânia. Laila casou-se bem nova e mudou para Carajás-PA.
Andréa casou-se mais tarde e mesmo depois dos filhos não desgrudou do pai. Hoje é a responsável pela compras da loja e quando não está viajando sempre bem humorada recebe os clientes da Casa Verde. Para ela, se o verde é a cor, o Cecilinho é a alma da Casa Verde. E no que depender da família Cecílio esta história está apenas começando.
Aposentada como professora e diretora do Conservatório de Música Renato Frateschi, Cristina Cecílio, está montando a sessão de decoração da Casa Verde junto com a filha Laila, que voltou à cidade e, depois de vários anos no Shopping Uberaba com lojas de presente e bijouteria, já está preparando para abrir lojas na rua Ituiutaba. Ela vai dedicar-se a venda de bijouterias e roupas indianas deixa escapar Cecilinho.
Colaboradores
Não é preciso mais do que cinco minutos para notar a valorização que Cecilinho dá a seus funcionários na Casa Verde. Ele lembra desde Zezinho, o primeiro funcionário, ao garoto Daschel, de 17 anos, o mais novo de casa. Na lista aparecem Vilma, Roberto e Gismar. Eles estão com 23, 29 e 23 anos de casa respectivamente. Norma, Beatriz, Gismar, Rodrigo e Maurício também trabalharam durante décadas na loja de presentes e alguns deles decidiram seguir o caminho do patrão, abrindo estabelecimentos comerciais na cidade.
Estratégias
João Cecílio Jr. sempre teve tino comercial para saber o que mais agradaria o cliente. Assim, no início investiu muito em peças de alumínio e louças que comprava em grande quantidade e fazia “queimas, atraindo milhares de clientes”. Mas não perdia ocasiões como o Natal para incrementar mais suas vendas. Assim, como não havia supermercados nas décadas de 50 e 60 ele trazia de São Paulo grandes quantidades de castanhas e uvas passas. O movimento era tão grande que ele contava com a ajuda do amigo Assiz Mansur (e família) para atendimento aos clientes.
Casa Pena
Desde criança Cecilinho sabia muito bem o que queria. Segundo ele, quando ia comprar alguma coisa para os pais na Casa Pena sempre pensava que queria ter uma loja como aquela - uma das mais tradicionais no ramo de ferramentas da cidade. Coisas da vida fizeram com que ele se dedicasse aos presentes, mas ele não se arrepende nem pouco por isso: “Eu sou louquinho por essa loja”.
Texto publicado na revista Perfil Empresarial
LUIZ CECÍLIO, DEUS, SUPERSTIÇÃO E SECADORES
Supestição. Este é o tema do artigo do Luiz Cecílio desta semana no Jornal da Manhã. Com o seu jeitão pedagógico e uma memória fantástica, Cecílio conta detalhes da fantástica campanha do Bonsucesso em 1998 e atrela o ocorrido à presença de Deus no mundo do futebol. No encerramento, ele ainda pega gancho no artigo de Paulo Fernando sobre os "secadores", de onde conclui que esse negócio de levar sogro para assistir jogo do time do coração é uma tremenda fria. Quem quiser conferir é só clicar no link abaixo.
http://www.jmonline.com.br/?colunas,6320
http://www.jmonline.com.br/?colunas,6320
IAC ABRE MÃO DE JOGAR NO DALL SECHI
A diretoria do Independente está mesmo disposta a colocar o time na 2a. Divisão do Campeonato Mineiro. Tanto é que decidiu abrir mão da prerrogativa de só jogar no Estádio Antônio Dall Sechi. No último dia para apresentar documentação à Federação Mineira de Futebol, o IAC apresentou o Estádio Uberabão como opção para mandar seus jogos. Os dirigentes, entretanto, revelam que as obras no bairro Estados Unidos vão continuar e esperam mandar jogos no Antônio Dall Sechi ainda na primeira fase da terceirona.
OUÇA OS GOLS DE BEIRA RIO E BONSUCESSO
Domingo passado narrei o jogo entre Bonsucesso e Beira Rio. Foi o maior sufoco. Afinal não é todo dia que temos oito gols em um clássico do futebol amador. Num trabalho do Ilídio Luciano na Rádio Sete Colinas e da Janaína conseguimos postar os gols no blog. Confiram:
Dia decisivo para o Independente
Hoje é o último para o Independente apresentar à Federação Mineira de Futebol a documentação exigida, inclusive laudos de aprovação do Estádio Antônio Dall Sechi para o Campeonato Mineiro. Segundo informações do companheiro Mozart Rodrigues, as obras no Estádio não evoluíram e dificilmente o Independente conseguirá garantir o mando de jogo em seu campo.
Galo próximo da zona do rebaixamento
Com apenas 2 pontos a frente dos times que estão na zona do rebaixamento, os jogadores e diretores do Atlético sentem-se na zona do desconforto. Isso porque se o time perder para o Internacional quinta-feira dificilmente deixará de cair para a zona do rebaixamento. No Galo, a partir de agora, cada partida será encarada como uma decisão.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Não concordo com o Osmarino
Segundo o comentarista Osmarino Carlos, da Rádio Sete Colinas, uma mudança na nomenclatura do futebol. Assim sendo, os bandeirinhas não são mais bandeirinhas, apesar de carregarem como instumento de trabalho uma bandeira. São agora assistentes. O juiz deixou de ser juiz para ser árbitro. Até aí mudou pouca coisa. Entretanto, ele insiste em dizer que não existe mais desconto no final partida em se tratando de tempo de jogo. O chamado acréscimo virou "recuperação de tempo perdido". Prá mim tanto faz dizer que chegou o momento em que a "fêmea do suíno mexe a extremidade da coluna cervical" ou "chegou a hora em que a porca torce o rabo". Aliás, a segunda opção parece mais clara e inteligível.
domingo, 13 de julho de 2008
Juventude vence a primeira partida decisiva
O Cobrinha ficou de fora e assustou os atletas do Minas
Jangada comemora a primeira queda contra o Minas
O Juventude fez bonito ontem e venceu o Minas de Araguari por 22 a 18 na primeira partida decisiva do Campeonato Mineiro de Truco. Domingo as duas equipes jogam em Uberlândia e com um empate (21 a 21), o Juventude fica com o título de 2008. Se vencer no jogo normal, o Minas terá que vencer também nas 7 mesas para ficar com o título.
A concentração de Juventude e Minas de Araguari era tanta ontem nas primeiras quedas do jogo que quando cheguei a Liga fiquei assustado. Parecia que havia um velório no local, aos poucos graças as quedas de Tulinho e seu parceira, Barba e Adair, Jangada e Maicon as coisas melhoraram. E o que parecia um velório virou jogo de truco.
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